sexta-feira, 24 de maio de 2013

Cartas e Biblias --Cartas de Cristo X Biblia dos Vampiros

O QUE É VERDADE  O QUE  É ILUSÃO?




Vampírica
Bíblia Vampírica




O tempo está próximo! Trabalhe enquanto ainda há tempo! Este é o último propósito da tradição vampírica!
Levante-se e contemple teu futuro.
 Deixe que os verdadeiros escravos continuem em sua ignorância. A Europa, a
América e a Oceania estão em tumulto.
A Ásia e a África proliferam em balburdia e população.
Os pólos derretem e o mar chora.Está quebrado o Sétimo Selo.


A Bíblia
Vampírica
Bíblia Vampírica

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Do Original em, inglês da Temple of the Vampire
Traduzido por Frater Oz
Bíblia Vampírica



3

O Credo do Vampiro

Eu sou um Vampiro.
Eu adoro o meu ego e eu adoro minha vida, pois sou o
único Deus que existe.
Eu tenho orgulho de ser um animal predador e eu
honro meus instintos animais.
Eu exalto minha mente racional e não acredito que
isso seja um desafio da razão.
Eu reconheço a diferença entre o mundo real e a
fantasia.
Eu reconheço a fato de que a sobrevivência é a lei
mais forte.
Eu reconheço que os Poderes da Escuridão escondem
leis naturais através das quais eu posso fazer minha
magia.
Eu sei que minhas crenças no ritual são uma fantasia,
mas a magia é real e eu respeito e reconheço os
resultados da minha magia.
Eu percebo que não há céu como não há inferno e vejo
a morte como destruidora da vida.
Portanto eu tirarei o máximo proveito da vida aqui e
agora.
Eu sou um Vampiro.
Curve-se diante de mim.


Bíblia Vampírica
4
O Dragão Fala
Eu sou o teu eu mais profundo.
Eu contemplo por você um mundo de luzes e cores da escuridão
atrás de teus olhos.
Eu alcanço através tuas mãos e com elas toco os suaves prazeres de
teu vivente mundo.
Eu sou o mais antigo, o criador dos deuses.
Eu sou a mudança e o invariável.
E sempre que você olha fixamente nos olhos de outro, lá!
Eu olho de volta para você!
Eu sou a fonte de tudo que existe!
E aquele que se reconhece como sendo eu também se torna a fonte e
é, realmente um feiticeiro.
E aquele que permite o fluxo de meu ser e que me reconhece pelos
nervos de seu próprio corpo pode tocar e mudar tudo conforme a
sua vontade, e é realmente mágico.
E minha magia draconiana é doce porque eu realizo todos os grandes
desejos.

Nisso que tu chamas de sonho, eu reúno minhas forças.
Nisso que tu chamas de realidade, eu organizo meus sonhos.
Eu sou grandioso para todos aqueles que buscam meu ser e meu
poder, pois sou o direito de buscar os teus próprios prazeres!
Eu sou o verdadeiro deus, o deus uno, o único deus que há.
Eu sou teu e tua arte é minha.
Sim, até mesmo meu símbolo é o espelho!
E saiba bem meu nome para através de nossa honra preferi-lo em
todas as tuas ações.
Ai então será e permanecerá merecedor da
Minha magia draconiana.

Bíblia Vampírica
5
O Chamado dos Deuses
Não Mortos
A COMUNHÃO VAMPÍRICA ATRAVÉS DE RITUAL
MÁGICO
Alcançar a Condição de Vampiro requer a atração e comunhão com os Não
Mortos, esses Vampiros que já não entram na carne, mas são astralmente
livres. Estes Deuses Não Mortos transcenderam as limitações do corpo
físico e podem se comunicar e aparecer para aqueles que ainda têm corpos
físicos vivos.

A realização efetiva da formação de um Vampiro Vivo, e até mais do que isso
o entrar nos graus dos Deuses Não-Mortos após a morte do corpo físico,
depende desta Comunhão com os Não-Mortos. São as intenções deles e os
desejos deles que devem ser aceitos e satisfeitos.
Deixe agora a descrença de lado. Entre no mundo da fantasia sem preconceito.
Para verdadeira magia acontecer o limite do que é real e irreal, possível e
impossível deve ser quebrado em sua mente. A chave para a magia e a
realização do poder mágico vem quando se permite que sua mente abrace a
realidade de outros mundos.
Aqui você agora abre os Portais do Poder e chama os Deuses Não-Mortos
pelo nosso ritual de da comunhão.
O SACRIFÍCIO.

No verdadeiro ritual mágico os Não Mortos são chamados para estarem
presentes junto ao Vampiro Vivo com a finalidade de Comunhão. Atrair os
Não Mortos para oferecer energia de força vital é a chave para um ritual
mágico próspero. Mais adiante perceberá que só a força vital do Vampiro
encarnado servirá para este propósito. Não acredite que sacrificando a vida
de qualquer outro ser conseguirá qualquer propósito no ritual! Além disso,
a destruição de uma vida física não serve para qualquer propósito e é um
desperdiço de força vital. Tal desperdício provoca ira nos Deuses Mais
Velhos Não-Mortos e pode, de fato, ganhar a cólera e o ódio deles. Nunca
use assassinato humano ou animal de sangue em um ritual. Nunca
desperdice comida. Nunca provoque a ira dos Não Mortos.

Bíblia Vampírica
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Ao mesmo tempo, o Vampiro Vivo próspero oferecerá suas próprias reuniões
de força vital como um presente e uma tentação para chamar a atenção e a
sede dos Não Mortos.
Na presença destes verdadeiros Deuses, o Vampiro Vivo gradualmente se
transforma e eleva-se de corpo e alma, para o Estado definitivo de Vampiro.
Embora seja relativamente raro que a condição imediata de Vampiro
aconteça de uma vez, com pouca reunião de força vital isso não é
desconhecido. Afinal, os Deuses Não Mortos fazem o que querem!
Assim, a melhor preparação para o ritual mágico é juntar força vital por
esforço pessoal do que tentar um sacrifício de carne merecedor para
oferecer aos Deuses Não Mortos.
A CÂMARA RITUAL.

O Chamado dos Deuses Não-Mortos deve ser efetuada em uma área onde não
será imunda e maculada pelos olhos de humanos fracos e profanos. Isto é
assim não somente para proteger o Vampiro Vivo que não alcançou a
imortalidade, mas também porque os Não-Mortos não serão atraídos na
presença desses que estão cobertos com o fedor da mortalidade. Então,
feche a porta e tranque-a. Lacre o lugar de seu Trabalho de todas as formas.
Não deixe ninguém que não seja um Vampiro iniciado pela comunhão estar
presente nem participar deste que é o mais sagrado de todos os atos de
magia!
Mergulhe a câmara em escuridão. Se a câmara esta localizada à noite em uma
área ao ar livre, isto é o bastante. Dentro de uma estrutura, natural ou
artificial, reduza toda a iluminação para o mínimo de simplesmente duas
chamas de velas negras ou vermelhas. Menos luz é melhor e trabalhar em
escuridão absoluta é melhor ainda. Os Não Mortos acham a escuridão
confortante e são atraídos por ela por muitas razões. Se mais luz é requerida
para a leitura de notas durante um ritual de grupo, o uso de uma luz
vermelha de baixa voltagem daquelas usadas em salas fotográficas pode
servir sem danificar a atmosfera do ritual.

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SÍMBOLOS DO RITUAL MÁGICO
Seu manto deveria fundir com a escuridão a sua volta. Venha aos Não-Mortos
como verdadeiros feiticeiros e verdadeiras bruxas. Muitos se amortalharão
em capas pretas e batas enquanto outros amortalharão seus corpos somente
com a escuridão da própria noite. Em todo caso não use roupas que
distraiam sua mente, pelo contrário; o objetivo dela e aumentar seu
propósito. Jóias são uma opção de roupa, mas se você for usá-las não é do
uso de sacerdócio nenhum ferro, as qualidades do ferro podem ofender os
Deuses Não-Mortos. O uso do Crânio Alado de em um anel ou medalhão
agrada os Não-Mortos e aumenta o poder do ritual.

Um altar é qualquer superfície para descansar alguns utensílios de magia
cerimonial e deve representar a fundação firme da terra na qual nós
movemos e vivemos. Quando possível, coloque o altar para o oeste e
deveria ser drapejado com um pano preto. Sobre o altar, posicione um
espelho ao nível dos olhos ou mais alto. O espelho age como um ponto
visual de concentração e age freqüentemente como um portal para o astral.
A batuta pode ser qualquer vareta de madeira ou metal (com exceção do
ouro e do ferro). O propósito da batuta é ajudar o enfoque do testamento do
celebrante. Velas oferecem luz quando preciso e devem ser pretas para
simbolizar os poderes da escuridão ou vermelhas para simbolizar o sangue -
a força vital. Incenso também pode descansar no altar. Mirra e outros
odores tradicionais de funerais e morte são apropriados.

O cálice representa o corpo humano e neste trabalho tal taça deve ser
preenchida com um pouco de líquido vermelho que o celebrantes
reconheçam ter gosto agradável. Não importa o que é. O que é importante é
que representa o sangue do a força vital do corpo.

A faca de cabo negro ou espada só é segurada pelo operador em rituais de
grupo e vista como um símbolo da tomada de força vital (como uma arma) e
como uma lembrança do papel predatório de cada Vampiro.

Podem ser usados especialmente bem tambores, chocalhos, sinos e gongos em
uma cerimônia de grupo. Com equipamento de estéreo moderno o
celebrante não precisa esperar para aproveitar o poder audível de um
temporal. Porém, cuidado deve ser tomado para que as palavras do
celebrante não sejam dominadas por outros sons. Um sino ou gongo de som
penetrante também se faz necessário.

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A CERIMÔNIA MÁGICA EM GRUPO.
O Chamado dos Não-Mortos sempre possui mais poder em um grupo devido
ao aumento de energia vital disponível para o sacrifício. Em qualquer ritual
de grupo é necessário que só um celebrante conduza os Sete Passos do
Ritual enquanto os outros apóiam o celebrante como uma congregação
formal. Entretanto um ritual solitário é preferível se qualquer uma das
partes do trabalho em grupo não possui real valor de propósito.


OS SETE PASSOS DO RITUAL.
! Entrando na Câmara.
! A Declaração.
! O Chamado dos Quatro Ventos.
! O Sacrifício.
! Comunhão Vampírica.
! Restauração do Poder.
! Deixando a Câmara.

1. ENTRANDO NA CÂMARA.
O local do ritual mágico pode ser em lugar fechado ou ao ar livre, mas deve
estar protegido da interferência do profano fedor mortal. Feche as portas ou
ponha postos de guardas. Desconecte telefones. Feche as janelas portas e
cortinas. Tenha todas as ferramentas cerimoniais preparadas e posicionadas
de antemão.

Ao entrar no local de trabalho mágico permita-se separar do mundo profano e
da vida cotidiana. O ato físico da ida para a câmara aumenta a decisão
mental e emocional para entrar em Comunhão Vampírica. É melhor poder
usar a câmara mágica para este propósito, com este ato adicional sua mente
acumula mais poder para a comunhão.
Novamente, você não entra simplesmente fisicamente na câmara, mas também
com a mente livre de descrenças. Aqui você escolhe acreditar
completamente e aceitar as realidades da magia e dos Deuses Não-mortos
que você chamará. Aqui você deixa para trás seu ceticismo e se abre
completamente à celebração de que você é: um Vampiro Vivo, Mestre dos
mundos visíveis e invisíveis, mágico adorador supremo dedicado e criado
desses que foram como você, mas que já largaram seus corpos físicos!

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2. A DECLARAÇÃO.
Para o Oeste e de frente para o espelho (o enfoque dominante da direção do
ritual deveria estar para o oeste, se possível) o celebrante da cerimônia toca
cerimonialmente o sino ritual nove vezes. Este é um sinal que toda a
atenção deve ser dirigida completamente para o rito. Então o celebrante
declara o estado dele como um Vampiro Vivo e o propósito da cerimônia
nas suas próprias palavras. Um exemplo:

"Ouçam-me Agora! Eu sou um Vampiro, um predador de humanos! Eu entrei
aqui para chamar os Deuses Não-Mortos neste solo sagrado. Eu reuni
força vital de humanos. Eu estou transbordando em vida! Eu ofereço esta
essência de vida que reuni aos Deuses Vampiro Não-Mortos. Eu estou aqui
para os alimentar e ser escoado! Eu estou aqui para morrer e ser
renascido. Eu estou aqui para subir da morte para a vida! Eu estou aqui
para fortalecer meu laço com os verdadeiros deuses deste mundo! Eu sou
um Vampiro!”

3. O CHAMADO DOS QUATRO VENTOS.
O celebrante da cerimônia enfrenta cada um dos quatro pontos cardeais na
seguinte ordem: sul, leste, norte e oeste. A cada direção, o celebrante eleva
uma batuta ou varinha ou outro utensílio de madeira para aquele horizonte
e, nas suas próprias palavras, chama os Deuses Não-Mortos para vir e se
unir nesta cerimônia. O chamado deve ser honrado, tem que ser supremo e
cheio de poder emocional. Aqui é há um exemplo:
Para o Sul –
"Oh Grandes Deuses Não-Mortos! Oh Vampiros Ancestrais e poderosos! Oh
verdadeiros Mestres da Terra! Unem-se aqui comigo! Estejam comigo
neste lugar! Eu o chamo agora!"
Para o Leste –
"Eu chamo por vocês, os únicos verdadeiros deuses, e o ofereço minha
essência vital! Venham! Alimentem-se em mim! Vocês que já foram como
eu, e agora ultrapassaram a morte! Eu os chamo agora!”
Para o Norte –

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"Eu busco a companhia de vocês! Eu busco Sua Sabedoria! Eu busco Seu
Poder! Entrem livremente neste lugar porque Vocês são muito bem vindos!
Eu os chamo agora!”
Para o Oeste –
"Livrem-se de suas dúvidas porque eu sou sincero! Eu ofereço minha vida!
Levem! Drenem! Bebam de mim! Porque eu sou de vocês para usarem como
quiserem. Eu os chamo agora!"

4. O SACRIFÍCIO
Aqui o celebrante dirige toda a força vital acumulada para os Não-Mortos que
estão presentes. Se o celebrante não desenvolveu consciência astral
suficiente para sentir a presença daqueles que responderam a chamada
diretamente, deveria dirigir a força para o espelho. O espelho age aqui
como um Portal para o outro mundo.

Em uma cerimônia de grupo, deveriam dirigir os outros participantes a força
vital deles para o celebrante principal em seu plexus solar e este para os
Não-Mortos. Em tal ritual de grupo, o celebrante é então como uma lente
para projetar o fluxo de vida para os Não-Mortos que podem se manifestar
visualmente como imagens no espelho.

A força vital é exalada pela boca com um som de assobio longo, lento e
controlado. O Vampiro Vivo literalmente bombeia a força vital para fora de
seu corpo em um fluxo contínuo de poder repetindo esta sucessão.
(1) inalando profundamente pelo nariz e então
(2) exalando lentamente e completamente pela boca.

O esforço para expelir energia tem que continuar sem pensamento de
sobrevivência pessoal. Esgotamento será esperado. O esforço precisa
continuar até lá é evidência boa que os Não-Mortos estão aceitando o
sacrifício. Quanto mais a pessoa dar e quanto mais a pessoa esvaziar de sua
própria força vital, maior o fluxo de retorno de transformação e ajuda que
serão recebidos.

Lembre-se que nada é grátis e os Não-Mortos que aparecerem devem estar
presentes e alimentados para que a verdadeira comunhão ou iniciação
ocorra. Alguns dos Sinais que indicam a Presença do Não-Morto presente
incluem:
!A sensação de ar móvel, como em uma brisa fresca (A Vinda dos Ventos).


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!Sensações de formigamento em particular nas pontas do dedo e face.
!Sensações puxando ou pulsando no plexo solar.
!Excitação súbita de emoções misturadas de alegria, amor, adoração, temor,
etc.

!Sensação de estar passando por teias de aranha que são postas no rosto ou
mãos.
!Ouvir um Soar nas orelhas.
!Sensação visual do quarto que se enche de neblina.
!Sensações de ser tocado ou acariciado.
!Ouvir o próprio nome falado em voz alta.
!Poltergeist clássico (levitação ou vôo de objetos na câmara).
!Avistamento dos Não-Mortos visualmente primeiro no espelho, e então na
câmara.
!Sonhos de vôo, queda livre ou viajem por túneis depois do ritual.
!Projeção astral depois do ritual na Presença dos Não-Mortos
.
5. COMUNHÃO VAMPÍRICA.
Quando os Não-Mortos aceitam o "sangue" do sacrifício, o esgotamento se
aproxima ou chega e acontece uma troca sutil. Os Deuses Vampiros
apresentam-se abastecidos e julgam o(s) participante(s) sobre o mérito deles
para transformação e Iniciação. Até mesmo simplesmente estar na Presença
dos Deuses Mais velhos, porém, acelera a evolução pessoal.
Uma vez achado merecedor de seus esforços, os Deuses podem escolher
lançar a energia mais alta rarefeita da Própria Essência deles em um fluxo
de retorno. Se isto acontece (como quase sempre acontecerá) então os
participantes descobrirão uma renovação de energia e vitalidade. Esta
Chuva de Clemência pode ser fraca ou forte e pode acontecer qualquer hora
durante a cerimônia.

6. RESTAURAÇÃO DO PODER.
Com o fim de Comunhão, o celebrante bebe do cálice e declara o estado
escolhido dele novamente como uma dedicação. Aqui é um exemplo:
Eleve o cálice para o espelho.
"Este é o sangue das minhas vítimas passadas. Eu bebo a essência de vida
desses que só existem para servir meu testamento. Eu bebo isto em
memória do que eu sou, um Vampiro, um predador de humanos!!! ".

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Beba do cálice. Devolva o cálice para o altar. Enfrente o espelho e toque
novamente o sino nove vezes, fortemente.

7. DEIXANDO A CÂMARA.
A faca cerimonial é tirada e dirigida a cada um dos quatro cantos da bússola
em memória dos primeiros vampiros e como uma lembrança do estado
predatório dos vampiros sobre os seres humanos.
Então o celebrante extingue fogo todo restante e proclama o Fechamento com
palavras como:
"Assim está feito".
Sem qualquer outra palavra, deixe a câmara e entre em um lugar de luzes mais
luminosas. Coma e beba para restabelecer uma sensação mais normal de vida.
Se em um grupo, celebrando e de forma alegre. O ritual está terminado.

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Os Métodos Secretos
do Vampirismo.
Vampirismo é a tomada de força vital do humano em benefício do Vampiro.
Em sua essência, Vampirismo é somente uma forma mais refinada de
alimentação. O Vampiro absorve a força vital humana. O humano absorve
isto de outros animais e plantas. As plantas pegam isto do sol. Também, o
sol não é a fonte final, mas um canal de outras fontes além do âmbito deste
livro.

Porém, o desarranjo químico de nutrientes e seus lugares no ciclo bioquímico
que transfere energia não é a história completa. Da mesma maneira que os
físicos modernos estão finalmente atentos ao fato de que o universo está
perdendo energia permanecem desavisados do papel de um "elemento
perdido" no sistema de energia do corpo humano. Este elemento perdido é o
universo astral denominado que inclui os corpos astrais de toas as coisas
viventes.

No coração da alimentação está o conceito de transferência de energia astral.
A transferência atual normalmente requer uma ligação com o corpo astral
para que ele possa renergizar, com isso a geralmente o desligamento do
corpo físico para o astral o qual, em troca, obtém uma perda de consciência.
Conseqüentemente depois de uma boa alimentação, a maioria dos humanos
e animais ficará com sono porque é quando eles dormem que a verdadeira
transferência de energia acontece.

Outro exemplo do papel do sono pode ser vista em casos de perigo de morte
para a sobrevivência física. Se um humano está cruzando um deserto e está
morrendo de sede, ele pode afundar até inconsciência e dormir. Quando ele
acordar, o nível de energia de energia estará renovado e ele pode continuar
a luta. Isto acontece porque durante inconsciência o corpo astral dele
separou até certo ponto do corpo físico para permitir o fluxo de energia
armazenada nos vários tecidos de corpo e cérebro.

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A fonte mais refinada da energia de força vital para os Vampiros é achada
assim nos corpos astrais de humanos enquanto eles estão dormindo ou de
algum outro modo não normalmente consciente. Nós viajamos
freqüentemente ao lado de humanos dormentes para tirar a energia
acumulada deles da forma astral cochilando ou dormindo próximos.
Alcançar este nível mais alto de Vampirismo exige que o Vampiro possa sair
de seu corpo físico e no astral ter consciência suficiente e intenção. A
realização desta viagem para fora do corpo requer, prática e a ajuda dos
Deuses Não-Mortos pela Comunhão Vampírica.

O Vampiro tem que inicialmente juntar a força vital em excesso que tirou de
humanos. Esta força vital é oferecida como um sacrifício, uma oferenda
para os Deuses Não-Mortos no ritual mágico de Comunhão de Vampirica.
Esta Força Vital atrai os Deuses Mais antigos e devolve de forma que ele
pode ser ajudado de modos invisíveis na evolução dele para alcançar o
controle astral. Se soltando das travas astrais (que prende firmemente no
mundo físico a maioria dos humanos).

Porém como o vampiro conseguirá as energias dos humanos para atrair os
grandes antigos se ele ainda não teve a ajuda dos não mortos para se tornar
um Vampiro astral? A resposta é surpreendentemente simples, como com a
maioria das verdades.

Quando o humano está consciente, o corpo astral compartilha o espaço físico,
interpenetrando ele em toda parte. Porém, o astral, de um humano saudável
normal, é normalmente um pouco maior que o corpo físico tal que cercará o
físico a uma distância que freqüentemente varia de algumas polegadas até
vários pés. Esses que experimentaram o soltar das travas astrais e foram
então capazes de ver o universo astral têm, ao longo do tempo, informações
das auras que cercam os humanos. Isto é visto comumente em pinturas
religiosas dos últimos cem anos na Europa sobre as cabeças e mãos de
figuras religiosas históricas.

Assim sempre que você toca um humano, você também está penetrando até
certo ponto o corpo astral dele. Com aquela penetração por seu astral, é
agora relativamente fácil de puxar alguma energia de força vital. Não
haverá entretanto o grau de fluxo, de "drenagem" que é possível quando
atacamos o humano que está dormindo.

O ato de puxar a força vital da vítima para você é, no fundo, instintivo e não
ensinado. Ao mesmo tempo há ações físico-astrais específicas que podem
ser aprendidas. Aqui estão então os segredos fundamentais do Vampirismo:

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! Contato
! Penetração
! Atraição
! Fratura

1. CONTATO
Contato se refere à necessidade de alguma parte de seu corpo astral contactar
o corpo astral do humano. Qualquer contato de físico pele com pele
assegura tal contato.

2. PENETRAÇÃO.
Seu astral tem que penetrar no astral do humano para habilitar a absorção da
força vital. Quanto mais o seu corpo astral entrar no corpo astral do
humano, mais rapidamente e "profundamente" a energia pode fluir.

3. ATRAÇÃO.
Com a penetração, o Vampiro tem que atrair a força vital do humano. Este
desenho está normalmente acompanhando a inalação da respiração física
pelo corpo físico. Assim para o Vampirismo, é melhor inalar
profundamente. Você virá sentir a entrada fluir para o seu sangue sendo
puxada pela respiração. pode também tencionar e relaxar os músculos da
esfíncter anal com a inalação para como isto estimular os mesmos
mecanismos astralmente envolvidos com Vampirismo.

4. FRATURA.
É igualmente importante se retirar completamente do astral do humano os
Vampiros fazem isso por pelo menos duas razões muito boas. Primeiro,
você não deseja adquirir um fluxo inverso de força vital preciosa para o
humano, e segundo, você não quer causar a destruição física de sua presa
deixando que esta fonte de força vital escoe do humano quando você não
quer. Nós não somos glutões e nos lembramos do primeiro Princípio do
Vampirismo: Nunca Desperdice Comida!

No princípio é conscientemente necessário ao Vampirismo a pratica com
grande intenção. Com o passar do tempo, você se desenvolve
Vampiricamente, o ato do Vampirismo fica crescentemente inconsciente e

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automático. Você verá que na presença do outro Vampiro esta tendência
para Vampirismo inconsciente será inibida. Como parte da ordem natural
das coisas, predadores não atacam um ao outro. Este não é somente um
assunto de segurança mas de auto-respeito mútuo. Tratar um predador como
uma presa é o maior dos insultos.

Quando você executa o ato de Vampirismo, afirma o ato em voz alta ou
caladamente. Firmemente declare mesmo que só em sua mente a realidade
de sua ação como por exemplo:

"Eu estou levando sua energia vital, seu sangue, sua alma",
Agora. Somando com a sugestão verbal você está descobrindo como um
predador pode telepaticamente comandar a presa para consentir com a sua
intenção, permanecer flácido e se rendendo a sua drenagem " sanguínea ".
Então encha seu corpo e trasborde. Drene, drene e drene até que você não
possa mais! Engula seu corpo interno até, como uma fonte ascendente, você
não poder aceitar mais nenhum. E como uma fonte de água que se levanta
por seu ser, o spray de energia transbordante subirá sobre sua cabeça e
então se cairá novamente ao teu redor.

Os sinais de Vampirismo próspero podem ser vistos como segue na lista:
! Sua visão clareia, e as cores ficam mais vívidas.
! Você se sente um refrescante, revitalizado física e mentalmente.
! Você sente uma calma interna.
! Sente que possui mais poder mágico
! Vive sincronicidades favoráveis a sua vida
! Você percebe um aumento de força física.
! Sua lembrança dos sonhos melhora enquanto os sonhos se intensificam
em experiência.
! Você tende a chamar a atenção dos Não-Mortos no ritual mágico.
As fases de desenvolvimento do Vampirismo são quatro:
! Contato físico requerido.
! Contato visual requerido.
! Contato simpatizante requerido.
! Contate mental.

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4.1. CONTATO FÍSICO.
Do aperto de mão mais casual a intensos encontros sexuais, a chave é a
proximidade de seu corpo astral com sua presa. Lembre-se qualquer contato
físico é contato astral.

4.2. CONTATO VISUAL.
Após experiências suficientes ao nível físico o Vampiro pode tirar a força
vital de um humano sem contato físico pela sua linha-de-visão. O
mecanismo atual é a projeção de uma rede astral ou corda astral comprida
com os quais você se conecta ao astral da presa. O desempenho deste ato
normalmente sente como se o humano estivesse em contato físico com os
olhos do Vampiro, como se os olhos pudessem o alcançar literalmente e
tocar a presa. As técnicas avançadas serão negociadas com ao Segundo
nível do Círculo.

4.3. CONTATO SIMPATIZANTE.
O conceito da magia de contágio e condolência é achado dentro deste nível de
Vampirismo. Entrando em contato com algum artigo físico, como um
pedaço de roupa, uma caneta, um aparo de unha, que estava uma vez em
contato físico (e conseqüentemente, contato astral) com a presa, o Vampiro
avançado pode puxar força vital a uma grande distância. Este nível depende
do grau de conexão entre a presa e o objeto como também o nível de
desenvolvimento do Vampiro.

A interpenetração do universo astral é responsável aqui por essas extensões
astrais. Como linhas pegajosas que permanecem conectadas, mais ou
menos, com virtualmente tudo que toque humanos fisicamente (e, até que
ouça e veja) a rede astral que cerca tudo conecta os nossos corpos astrais. O
Vampiro pode aprender seguir esta conexão então e tirar força vital de uma
pegada, ou até mesmo de uma assinatura.

4.4. CONTATO MENTAL.
O Vampiro perito pode sentir a existência da presa e diretamente pode utilizar
a força vital sem qualquer ponte "astral" aparente. Este nível de passos de
sofisticação que vai além das leis de físicas como comumente conhecidas
confia nos ensinos das Nove Leis da Magia, restritas ao Sacerdócio.

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RESUMO.
Vampirismo é instintivo mas só pode ser alcançado por esforço pessoal. Cada
ato de Vampirismo alarga a capacidade do corpo astral para aceitar a
energia. Com a energia aumentada, os poderes do Vampiro começam a
aparecer.
Como sempre, se os Deuses Não-Mortos resolverem conceder uma ajuda
especial, então o processo de aprendizagem é encurtado, Para tal, o
propósito do Templo foi alcançado e a Condição Vampírica estabelecida.
Mas os Deuses são seletivos e Eles estão acham que a melhor maneira de
engrandecer a evolução vampírica é o esforço pessoal. Então, aprenda,
aplique e aperfeiçoe os métodos. pois só ai está a obtenção da verdadeira
Iniciação!

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O Predador de
Humanos
A hierarquia dos seres viventes na terra é baseada na cadeia alimentar. Em
última instância tudo é reduzido ao assunto de quem come quem. Ao
alcançar o condição de Vampiro, o adepto tem que enxergar à perspectiva
de ser um predador de seres humanos. É impossível para uma pessoa se
tornar um vampiro se está pouco disposto atacar o força vital de humanos.
Ainda que o Vampiro tenha sido criado na sociedade humana e tinha sido
programado por valores humanos e éticas humanas. Estes devem ser
superados e devem ser transcendidos para que a possibilidade da
Metamorfose Vampirica aconteça.

A Sociedade humana está confusa e celebra valores contraditórios porque o
humano acredita que está ao topo da cadeia alimentar enquanto
permanecem sendo a presa do Vampiro. Os seres humanos falarão de paz e
trégua como virtudes enquanto ignoram o ato de assassinato que é colocar
carne morta nas mesas de refeições. Sobrevivência sempre é um assunto de
consumir comida. Consumir comida é o ato predatório da tomada de força
vital de outro no próprio corpo da pessoa.

Seres humanos continuamente exibem sua consciência de presa pela negação
eterna destes fatos fundamentais da vida. Eles não querem admitir que a
vida vem da tomada de vida porque no fundo, além de qualquer negação
consciente, os humanos estão atentos que eles estão são a comida de seus
Mestres.
 Dentro do mais baixo reino animal nós vemos a reação natural de
um rato pego pelas mandíbulas de uma víbora. O rato deixa de lutar e é
resignado a seu destino. Também, o coelho afrouxará os músculos dele e
não mãos lutará quando o lobo morder firmemente sua garganta. Por que
isto é? Por que estas criaturas não batalham até a última respiração no para
verem se podem escapar e sobreviver?
A resposta é simples. Como presa, sabem estas criaturas tímidas que o papel
delas na natureza de coisas é agora deixar suas forças vitais ao predador que
os pegou. Tão também, seres humanos invariavelmente possuem a sensação
de que eles são a presa dos Vampiros. Ainda, distinto do rato ou do coelho,
há o faísca de possibilidade dentro do humano. Há aquele potencial
escondido do humano para se levantar e alcançar um nível evolutivo mais
alto e se tornar um Vampiro.

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Alcançar a Condição vampírica, então, requer muito mais que dominar as
técnicas de drenagem da força vital. Tornar-se Vampiro requer muito mais
que dominar vôo astral e empregar o tempo em honra aos princípios
vampíricos. Requer uma mudança primeiro em atitude e ponto de vista.
Requer que o Vampiro comece a se dar conta da verdade sobre a natureza
do mundo e da luta pela sobrevivência. Requer que ele esteja disposto a
fincar seus dentes na garganta da humanidade e cultive a consciência de
presa na sociedade humana.

O Vampiro é o predador de humanos e nenhum humano, homem ou mulher,
alcançou a Condição Vanmpirica enquanto retendo identificação humana e
éticas humanas. Estes devem ser descartados sem olhar atrás! Ou se é
ovelha ou se é lobo. Ou se é rato ou se é serpente.

Se você fala destas coisas à maioria dos humanos que eles lhe contarão que
esta é uma perspectiva brutal e inumana, moralmente-depravada... enquanto
mordem seu pedaço de bife e seus restos de planta morta.
O que elesquerem dizer com isto?
 Eles querem dizer que não querem saber da
realidades sobre a vida na terra cruel e brutal. Em outras palavras, você está
ferindo os sentimentos deles falando sobre a verdade! Lembre-se, todo
humano que você vê ou fala é mortal. Eles morrerão, cedo ou tarde.
 Odesejo deles de esconder a verdade da vida não será forte o suficiente para
isso.
 Tão certo quanto a noite segue o dia, a vacância do humano com "
sentimentos feridos" tentará fazer com que você sinta a dor da própria
morte dele, ao invés do caminho inverso que é o natural.

Assim o ser humano tem o potencial para subir de seu estado de mera presa e
se tornar um predador, algo que nenhum animal inferior pode fazer. Este
triunfo do testamento individual também levou o respeito aberto de gênero
humano ao longo de história. Muitos são " guerreiros brutais " e generais
que, ao longo do assassinato inumano de outros homens de guerra, se
tornaram os heróis e estadistas entre as ovelha que berram elogios a eles. E
não cometem nenhum engano sobre isto, sempre houve a atração sexual
geral da fêmea humana por um macho que demonstra características
predatórias. É natural para a espécie humana ser dirigida para escolher
tendências de predador em cima de presa. As sementes do Vampirismo são
filhas das ambições evolutivas e genéticas mais altas da espécie humana.

Bíblia Vampírica
21
Além disso, se nós compararmos o Vampiro verdadeiramente com o humano,
nós descobrimos que é o humano que mata para viver. Quando um homem
mortal come, ele esmaga em pedaços o que era uma vez outro animal
vivente ou planta. Cruelmente ele rasga e mói os corpos do morto e
morrendo no molhado de seus temperos tritura e os traz para sua bolsa
estomacal. Quando uma pipoca estoura, ela estoura de um milho morto.
Quando um bife de carne de boi que goteja em sangue é mastigado e é
misturado com saliva, o boi está morto.
O animal está perdido.
Porém, pelo aeons desde a primeira subida do Vampiro, a drenagem da força
vital alcançou o que o humano só pretendeu por muito tempo. O Vampiro
não mata o humano para se alimentar.
 O primeiro Princípio dosVampirismo é nunca desperdiçar comida.
 O Vampiro que busca entrada naCondição Vampírica tem que abandonar o ancestral temor da espécie
humana que imagina que comer signifique destruir. A superpopulação
"abarrotada " do mundo é o resultado de séculos de intervenção
cuidadosamente criada em negócios humanos para servir a população de
Vampiros.

As Regras dos Não-Mortos da terra não possuem nenhum desejo de
exterminar a sua própria fonte de comida.
 Nós precisamos dos humanos
tanto quanto os humanos precisam de colheitas e gado.
Ser cego: O ato de assassinar qualquer animal humano ou outro resultará em
expulsão imediata e permanente da condição de Vampiro. O predador não
desperdiça comida nem suja sua própria toca. A única exceção para isso é
quando a comida apresenta espinhos ou incomoda a vida do vampiro que
então assim como um leão pode eliminar qualquer ser inferior que o
incomode Enquanto é vital para os Vampiro se livrar do consciência de
presa vinda de sua herança mortal, isto não lhe dá permissão para destruir
os esforços de muitos séculos. Hoje, a maioria dos seres humanos não
acredita conscientemente na existência de nosso tipo. Esta reversão de
convicção não aconteceu por simples sorte! Especialmente para esses que
não alcançaram a Condição Vampírica e permaneceram mortais, é vital que
Iniciem cultivem a falta de convicção na realidade de nosso tipo entre
humanos. Este princípio é conhecido como o titulo de nosso próximo
capítulo:

Bíblia Vampírica
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A Verdade da
Mentira.
A "mentira" é a existência de Vampiros que a maioria dos humanos acredita
ser só folclore e fantasia supersticiosa agora. A " verdade " é que os
Vampiros são muito reais e é que podem estar em qualquer lugar. Como
será revelado nos níveis mais altos do Templo Interno, há vários propósitos
diferentes atrás da execução desta manipulação de convicção humana, mas
basta por agora simplesmente entender que não é sábio abusar dos poderes
que vêm com a Condição de Vampirica. Os Não-Mortos os eliminarão
simplesmente da associação adicional se você não agüentar seguir este
simples princípio.

O que é requerido do Vampiro é que se mova caladamente pelo mundo
humano como verdadeiro predador que não alerta o rebanho de sua
presença e não trai a confiança de seus parceiros. Nós esperamos que você
permaneça inocente desse crime. Nós esperamos que você fique sábio e
forte o bastante para evitar alteração entre os humanos, desnecessários
dizer que pegue a força vital deles de uma maneira cautelosa. Nós
esperamos que você não faça propaganda de nossa espécie e não
desmestifique os vampiros "sugadores de sangue" fictícios.
Se você não cumprir estas expectativas, não os castigaremos. Nós
simplesmente os retiraremos da Xícara de Vida Imortal e permitiremos que
vire uma presa novamente.

O predador é paciente. O leão esperará imóvel por horas até o momento da
ação. Também, assim é o Vampiro busca abandonar o movimento inquieto
dos rebanho e fixar a mente em sua meta da Condição de um vampiro.
Deixe de pensar em você como uma vítima agora! Enquanto nós exigimos
uma obediência às leis do mundo humano, nós não esperamos que você
abandone sua auto-defesa. Totalmente o contrário! Olhe para os seres
humanos como nada mais que uma espécie mais baixa. Não tolere
entretanto os riscos de sua vida mortal, quando sua vida adquiriu há pouco
o potencial de eternidade. Entre em lugares abertos com uma vigilância
constante por perigo. Mantenha suas mãos livres. Se você pode levar uma
arma legalmente para defender sua vida, faça isso. Se você não adquiriu
habilidades físicas simples para sua defesa, faça isso também.

Bíblia Vampírica
23
Em um nível mais sutil, comece a repensar suas obrigações de seres humanos
que ainda restam em sua mente. Desafie as razões dadas para você se
comportar de modo passivos e contidos. Distinga entre a sabedoria de um
predador inumano e o berrar selvagem de uma descuidada ovelha humana.
Quando você olha alguém, nitidamente olhe nos olhos deles para o centro
de seus cérebros. Considere a postura de como você caminha e se senta.
Olhe a elegância de a graça do movimento de um gato. Ele impõe respeito,
é um predador.
A base para alcançar a Condição Vampírica começa com a aceitação da mente
de um predador. Comece agora, hoje, neste mesmo momento, jogue fora
seus hábitos de pensamento de uma presa e auto-depreciamento de vítima
do mundo real. Substitua estes pensamentos e hábitos com a nobreza de um
predador consciente.
Nós estaremos observando.

Bíblia Vampírica
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Shurpu Kishpu
...O Livro do Sonhar...
Transcrição comentada da tradição oral:
Shurpu Kishpu é a sabedoria oral dos antigos Ensinamentos de Hekal Tiamat,
do Templo do Dragão Vampiro. Foram memorizados o sutras concisos ou
Palavras de Poder comumente que então se expandiram em uma instrução
oral de professores experientes da Grande Família de Vampiros Mundial.
Nisto está contido os elementos essenciais que incluem os Mistérios do
Sacerdócio. Para os não iniciados e os desprevenidos estes "segredos"
abertos permanecem fechados em sua compreensão autêntica e realização.
Aqui é a descrição mais antiga da Ponte entre os Mundos. Leia, aprenda,
perceba e atinja!
“A Vida do Sonho é a Única Vida.”
O corpo do sonho e o corpo astral são um. O corpo astral vive dentro do corpo
de carne vivente. O corpo astral anima o corpo de carne. O que você chama
sua vida é este corpo astral.
“A Morte do Sonho é a Única Morte.”
Quando o corpo astral se separa completamente do corpo de carne esta é a
morte física. Depois da morte física, as vidas astrais permanecem durante
um tempo até a segunda morte quando o astral também acaba.
“O Adormecido Nasceu para Morrer.”
O mortal é ele que morre fisicamente e então permite que o corpo astral
também sofra fome e morra. O mortal é "Adormecido" à possibilidade para
imortalidade.
“O Sonhador Nasceu para Viver.”
O Vampiro é aquele que aprende a arte da tomada de força vital dos corpos de
outros para evitar a segunda morte e se manter vivo como um Ser Imortal.
O Vampiro sonha com as possibilidades de vida perpétua.
“O Sangue é Vida.”

Bíblia Vampírica
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A necessidade do Vampiro não é beber sangue físico para viver, mas sim a
força vital transmutada que é o próprio Sangue para perpetuar a vida
quando a morte chegar e fornecer os reais poderes de um vampiro.
“O Sonho é Feito de Carne.”
O Vampiro pode fazer o corpo astral ser sólido para o toque de humanos de
carne usando bastante força vital. Ainda o Vampiro retém as qualidades do
corpo astral.

“O Sonho está na Carne.”
O corpo astral é composto de uma forma mais refinada de matéria e não está
dentro do espectro claro visível. Conseqüentemente o Vampiro não pode
ser visto pelo olho, ou no espelho, ou na máquina fotográfica. A forma do
Vampiro astral é, entretanto visível aos olhos astrais do humano de carne
aquela forma que não reflete luz. Um Vampiro Vivo retém um corpo físico.
Esses Que Subiram atingiram controle de projeção astral. Os Deuses Não
Mortos abandonaram a necessidade absoluta e completamente de corpos
físicos.
“O Sonho é da Mente”.
O corpo astral é um maleável e assim o Vampiro pode assumir qualquer
forma. Para movimento rápido via aérea é a forma de morcego ou pássaro.
Para movimento rápido através de terra é a forma de lobo ou gato. Para
invisibilidade é a forma de névoa ou pó. Formas aterradoras para apavorar
suas vitimas, formas sedutoras para as encantar
“A Mente está no Sonho.”
O melhor meio do Vampiro desfrutar sua forma é a forma humana para fundir
e misturar-se com rebanho humano para a Caça. Alguns Vampiros que
ficam arrogante e ansiosos pelas reações de mortais exibirão seus poderes
de vôo, rapidez, força e invulnerabilidade abertamente. Tal ato exibe o
dano da Caça e alerta a presa.

“O Sonhador Escolhe O Sonho.”
Se tornar Vampiro requer uma ação que a maioria do mortais não fará. Nunca
seu trabalho de se tornar vampiro estará completo se você só se preocupar

Bíblia Vampírica
26
com sua vida após a primeira morte. Permanecer vivo porque se deseja isso.
Um mortal tem que comer, beber e proteger o seu corpo de carne dos
extremos dos elementos. Estas ações requerem esforço e o mortal tem que
ter um propósito para permanecerem vivos e continuar entrando estas em
ação necessárias. Vampiros não precisam.
“O Sonhador Ama O Sonho.’
O Vampiro estende vida por ações semelhantes. O Vampiro tem que amar a
própria vida o bastante de forma que lá sempre permanecerá antes de
qualquer razão para continuar com sua vitalidade.
“O Sonhador Come o Adormecido.”
O Vampiro entende a tomada requerida de força vital de mortais como um
sustento para sua vida astral. O Vampiro suportará contanto que ele leve
Sangue mortal (força vital) e não se faça a presa compartilhar dos prazeres
do Sonho.

“O Sonho Cheio Tem Poder.”
Os poderes do corpo astral são responsáveis pela maioria das coisas que os
mortais chamam de magia. O Vampiro utilizará de seus rituais mágicos para
fortalecer o corpo astral, satisfazer sua vida livrar-se de obstáculos, bem
como também para firmar o compromisso dele com a imortalidade e com a
sua Família de Vampiro.

“Os Poderes do Sonho São Cinco. “

Ver com olhos astrais é clarividência, divinação. Sentir com toque astral é
psicometria, o sexto sentido. Ouvir com ouvidos astrais é clairiaudiência.
Mover o físico no astral é telepresença. Falar com a voz astral é telepatia e
dominação mental.
“O Sonhador é Conhecido Pela Mente.”
O Vampiro é uma ilusão mental às sensações do mortal. Não há nenhuma
forma física bruta para ver ou tocar. Há só a projeção do corpo do sonho do
Vampiro na mente da presa mortal.
“O Sonhador não é a Carne.”

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O Vampiro pode mover o físico, contudo o que parece ser a mão dele
elevando um vidro é sua telecinésia que move aparentemente o vidro pego
por sua mão astral intangível. O Vampiro também sente que ele está
elevando o vidro mas se ele não se alimentar com força vital e perder poder,
a mão dele não poderá moveria ou até mesmo sentir o vidro físico.
“O Sonhador Rege à Carne.”
A força do Vampiro para mover objetos físicos vem do reservatório de
energia que ele levou do viver. Assim ele não está limitado pelas mecânicas
dos músculo mas pode ultrapassar limitações mortais. Ele não precisa ir
para chegar e pode estar em mais de um lugar ao mesmo tempo.


“A Carne Obedece a vontade.”

O Vampiro também pode mover objetos físicos sem os tocar aparentemente
com até mesmo o corpo astral dele estendendo um filamento do ser dele
para o objeto que deseja afetar. Como a corda astral do Vampiro vivente,
este filamento pode estar tão bem sobre às percepções do mortal. Da
perspectiva do Vampiro, a intenção dele seria desejar uma porta fechada e
com a vontade, fechar a porta. Se ele olha cuidadosamente pode perceber o
filamento do corpo dele que executou a ação.

“O Dormente vê o Sonho.”
A ilusão da forma física projetada à mente do mortal às vezes não incluirá
elementos importantes que sempre estão presente em realidade física. A
mente mortal às vezes não incluirá caso contrário raramente alguma terra
comum notada conseqüência de presença física. O mortal não pode notar
nenhuma imagem do Vampiro no espelho ou sombra. O olhar de surpresa
ou confusão deveria alertar o Vampiro e a vontade do mortal ira ver a
imagem do espelho ou sombra. Assim o mortal relaxará como sua própria
ilusão.
“O Sonhador Dorme no Sonho.”
Quando o Vampiro astral dorme, o corpo astral dele permanece na mesma
localização física. Se um mortal descobre a forma dele, a ilusão falha e não
há mais nenhuma sombra, nenhum reflexo no espelho, nenhum registro por
máquina fotográfica, nenhum registro nos sons registrados em fita - estas
imperfeições alertarão o mortal à realidade da condição astral do Vampiro.

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“O Sonhador não Morre Adormecido.”
O mortal não tem recursos para destruir o Vampiro de acordo com as
superstições da tradição. Uma estaca física de madeira pelo coração astral
do Vampiro não causa nenhum dano. Nenhum alho nem símbolos religiosos
como crucifixos causam qualquer resposta no Vampiro a menos que o
Vampiro acredite que tal pratica é potente. Em tal caso, qualquer dor ou
deformação do corpo astral é produzido só pela mente do Vampiro. A
menos que o Vampiro acredite que ele verdadeiramente está morrendo (e
isso pode até conduzir eventualmente a uma morte astral), o Vampiro é
incólume por tal aventura.
“O Sonhador se alimenta no Sono.”
Se o mortal não acorda do sono Vampiro astral, ele não encontrará nenhum
corpo que ele possa tocar, mas só uma imagem holográfica intangível. As
mãos mortais dele atravessarão a forma do Vampiro uma vez que não é
verdadeiramente físico. Porém, o Vampiro mais experiente puxará força
vital automaticamente do mortal até mesmo em sono fundo. Assim o mortal
normalmente desfalecerá do dreno súbito.

“O Sonhador não Morre, Desperta.”
Assim o Vampiro dormente, se livrou das superstições de cultura humana,
permanece impérvio ao assassino do "Vampiro mortal" casual. Porém, o
Vampiro pode posar uma ameaça séria para outro Vampiro levando a
energia acumulada dele.
“Os Sonhador Come os Dormentes.”
Vampiros raramente pilham um ao outro, o esforço que é exigido é grande
demais comparado a facilidade de que a força vital é retirada dos mortais.
“Os Sonhador está Acordado.”
Vampiros aprendem a respeitar aqueles iguais a eles. A sabedoria acumulada
de séculos que um Vampiro antigo pode compartilhar faz com que a
ansiedade de sabedoria dê aos merecedores um valor autêntico comparado
com um relativamente ignorante mortal de quem a mente pequena está
cheia com trivialidades inúteis e tolice supersticiosa.

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O Próximo Apocalipse
Para cada vida mortal há uma morte física e durante cada grande Ciclo de
Vida neste mundo há um fim. Por milhares de anos os Deuses Não-Mortos
trabalharam um esquema cuidadosamente para criar um nível novo de
existência para Eles e para aqueles que verdadeiramente os servem.
Civilização é o produto e uma experiência destes Grandes Anciões. Antes que
a raça humana entrasse para a civilização, a população de vampiro já
existia. Humanos que eram simples caçadores e agricultores estavam
sujeitos aos perigos do mundo natural. E a extinção destes resultaria no fim
da alimentação dos vampiros vivos.

Porém, os Vampiros Antigos se levantaram da brutalidade de suas origens
pela força empinada de sua imortalidade. E conforme a história crescia em
séculos, os anciões cresceram em força e sabedoria. Aparte do Próprio
Domínio Vampírico (como relacionado no Shurpu Kishpu foi passada pela
sagrada tradição oral até os dias de hoje) Eles também descobriram os
segredos de fogo, ferramentas simples, agricultura, domesticação de
animais, e a forjar do metal armamentos.

Então, os Grandes Antigo decidiram então melhorar a condição humana da
mesma forma que o humano melhorou o condição do gado e da ovelha.
Gênero humano ganhou então o que considera civilização, mas que o
Vampiro sabe tratar-se de uma simples grade de cativeiro. Da mesma
maneira que os rancheiros de gado humanos criam seus rebanhos. Os
Deuses Antigos, nesta fase já haviam cruzado a barreira da morte e a época
em que tudo isso aconteceu precede em muitos séculos o que hoje
conhecemos como pré-história.. Estes vampiros ancestrais do outro lado da
barreira que separa os dois mundos foram os primeiros seres a
ultrapassarem a barreira da carne e de lá manipularam a humanidade e
manejaram a criação de leis e tabus que controlassem com segurança a
espécie humana.

Surgiram então as primeiras civilização da raça humana em um tempo mais
antigo do que os normais podem conceber e em lugares mais ancestrais que
seus continentes. o domínio dos espírito Não-Mortos também incluiríam a
quebra da liberdade do espírito humano para manter o rebanho. Os Grandes
Antigos criaram então as grandes religiões que reinaram sobre a Terra e
todas elas foram manipuladas para reforçar a mentalidade de escravo
humana e o espírito de presa. Eles foram ensinados a obedecer e acreditar e

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não a perguntar. Eles foram ensinados sacrificar suas mentes e suas vidas
em nome de seus Deuses. Muito raramente a falta de fé nos Deuses era
punida com algo mais leve que a morte. Eles eram ensinados que os Deuses
são perfeitamente superiores aos humanos e que eles sempre têm que se
submeter em ação, pensamento e sentidos aos desejos dos Deuses,
quaisquer que fossem estes.

Assim a criação da religião para a humanidade foi bastante proveitosa para a
família de Vampiros. Vampiros de uma forma ou de outra, mandam no
mundo, controlando a imprensa, as leis, e as religiões, e mesmo um vampiro
solitário controla os humanos no sentido de saber que idéias como:
maldade, bondade, altruísmo e caridade foram implantadas na mente da
humanidade por seus irmãos. Para os humanos sempre ouve abertamente o
conhecimento de sempre haveria a possibilidade de alcançar o estado de
deuses. Este contato direto continuou diariamente com os Não-Mortos por
muitos anos até que os Renegados destruíram estes Anciões.

Os Renegados, Algum dos quais estão vivos até hoje, eram Não-Mortos
geralmente mais jovens e que a muito pouco tempo haviam atingido o
estado de vampiros se rebelaram contra as realidades dos humanos mortais
que serviam os Não-Mortos Ancestrais. Eles sentiam muita compaixão
pelos humanos que serviam de comida aos seus deuses sem saber da
verdade. Eles não tinham alcançado a essência de verdadeira predação, e os
falsos valores permaneceram em alguns níveis inconscientes.Controlados
pela programação religiosa prévia eles não tiveram contudo superado a
mentalidade de escravo humana das quais eles vieram.

Assim vieram as primeiras grandes guerras. Aqui os Filhos dos Deuses
juntaram-se aos humanos para atacar os Não-Mortos Ancestrais. Mas como
ainda eram presos a seus corpos físicos saquearam os templos antigos e
santuários onde o sacrifício tinha sido a Lei por centenas de séculos. Por
sua vez os Não-Mortos incentivaram seus cegos fieis a defender sua "fé".
Terminado a Grande Escuridão se abateu sobre a Terra, os portais de poder
destruiu os bárbaros humanos ignorantes. Sangue humano fluiu em rios e
comunidades isoladas de humanos, destituído da liderança dos Não-Mortos,
estouraram em confusão não direcionada. O Caos de abateu sobre o planeta.
Após passadas as destruições e o caos o planeta continuou a rodar e as
primeiras Colheitas chegaram. As religiões dos humanos desesperados
tentaram crescentemente resgatar os seus deuses e então lançaram ondas de
força vital na emoção de desejo. Multidões contemplavam os campos de
batalha cobertos de sangue e imploravam em línguas já esquecidas para que
os grandes Deuses descem-se a terra e regem-se novamente o planeta . Os

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Deuses Vampiros percebem este intenso fluxo de energia e voltam a terra
em presença para beber profundamente desta inundação de força vital
humana.

Comumente os humanos foram escoados além de suas sobrevivência e caiam
em terra como doentes e decadentes. Milhares deixariam suas vidas em
momentos e os Não-Mortos experimentaram aquela enaltecida força vital e
assim evoluíram e se transformaram. Os efeitos evolutivos desta orgia de
alimentação veio a ser conhecidos como "A Colheita' trouxeram aos Não-
Mortos os seus poderes de magia. Os Mistérios Internos da Transcendência
do Sonho se tornou uma realidade e a grande família de Vampiro descobriu
a existência do Sonho que compartilha com os universos astrais. A Magia
draconiana havia sido criada.

Os Não-Mortos e seus Vampiros Vivos queimaram cidades e templos antigos,
destruíram livros e qualquer coisa que mostrasse o velho mundo e as
grandes guerras e então guiaram os humanos a uma nova civilização, que é
o que é divulgado como pré-história. Os vampiros eliminaram qualquer um
que tivesse idade o suficiente para lembrar do ocorrido, e guiaram os
sobrevivente em uma nova idade de ouro. Ensinaram a construir casas, e a
plantar e a acender o fogo.. e a humanidade tal como é conhecida
recomeçou seu cativeiro. Novas línguas foram criadas, novas religiões
foram impostas, muitas das quais dominam até hoje os mortais.

Assim um novo propósito novo foi colocado á civilização humana. Antes a
intenção era assegurar a sobrevivência daqueles que serviam de comida aos
Vampiros por domesticação humana. Agora o Grande Propósito do Sonho
Transcendente criou a meta de causar um aumento exponencial da provisão
de comida. Assim os Deuses Não-Mortos se empenharam em aumentar a
população humana progressivamente das dezenas que haviam sido
selecionadas para centenas, para milhares, para milhões para bilhões.
Então como a população aumentaria, novas colheitas viriam. Agora em uma
intenção consciente, as Colheitas pequenas atrairiam o entusiasmo religioso
com centenas e milhares testemunhar clamando por seus Deuses. Estas
Colheitas pequenas ofereceriam melhor controle da força vital altamente
concentradas para que os Não-Mortos a encanassem em propósitos
mágicos, como abrir um novo Portal de Poder para outro mundo. Ainda,
pequenas colheitas foram criadas para causar um estouro subseqüente na
atividade de procriação pelos humanos de forma que a população do mundo
cresceria aos limites da tecnologia que pudesse apoiar isto.

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Finalmente, chegou a esperada revolução industrial e guiada por vampiros
vivos e não-mortos abriu as portas para uma tremenda expansão do humano
pastoreada de forma que hoje mais de um bilhão de humanos comem e se
mantêm vivos neste único planeta.

E assim agora nós estamos nos aproximando da Colheita Final. Como as
Grandes Colheitas das Grandes Guerras Ancestrais, a ação humana será
escoada e drenada de forma nunca antes vista. A superabundância de
humanos esta alcançando seu cume e os Grande antigos e os Novos Não-
Mortos junto a eles estão preparando para uma devastação. Os sinais se
aproximam e apocalipses já foram esboçados há muito tempo atrás em
livros sagrados. Mas disso nós sabemos, afinal fomos nós que os
escreveram.

E o que deve acontecer com aqueles que como nós abraçaram o Caminho da
Noite e são amigos e fieis aos Não-Mortos como verdadeiros Vampiros
Vivos? Os sócios da tradição assistiram a uma transformação da
consciência de forma que o domínio da magia estará completo e o
esclarecimento do Sonho lhe será um direito inato comum. O humano deve,
da fase pouco desenvolvida dele, continuar servindo como o escravo e
comida, mas os Grandes Portais de Poder serão abertos e darão acesso aos
mais distantes de todos os possíveis universos e o Vampiro já não será
restringido às limitações que toleramos pelos milênios.

A Colheita Final esta próxima de nós. As cidades serão varridas pela agonia
de bilhões que, morrendo, passarão suas energias de vida para nossa nobre
causa. Os Grandes Deuses Não-Mortos regram abertamente o planeta, e os
homens conhecerão novamente e obedecerão nossas regras e tomaram
declaradamente seus lugares como nossos escravos. Homem será contente
em servir e o Vampiro reinará sem restrição no plano material e astral.
E todos aqueles que usam o crânio alado e que praticam a magia draconiana
estão assim se alinhando em pensamento para o próximo Apocalipse.
 Nósprecisamos abraçar a atitude do poder do predador.
Nós devemos, cada umde nós, entender que merecemos e seremos servidos como os senhores da
terra que somos.
 E nesta época não tão longínqua não haverá diferença
entre vampiros vivos e não-mortos pois ambos serão vampiros draconianos
e imortais. Enquanto isso continuemos a drenar humanos de sua força vital,
praticar a magia draconiana e viver como predadores conscientes que
somos, e compartilhar nossa força vital recolhida para que possamos ser
localizados e para que permaneçamos merecedores da imortalidade pois
somos os únicos Verdadeiros Deuses deste mundo.

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O tempo está próximo! Trabalhe enquanto ainda há tempo! Este é o último
propósito da tradição vampírica! Levante-se e contemple teu futuro. Deixe
que os verdadeiros escravos continuem em sua ignorância. A Europa, a
América e a Oceania estão em tumulto.
A Ásia e a África proliferam em
balburdia e população.
Os pólos derretem e o mar chora.
 Está quebrado o
Sétimo Selo.

HAIL TIAMAT!
Traduzido por Frater Oz


terça-feira, 30 de abril de 2013

CIENCIA PARA CONSCIENCIA

 Aos bons amigos  dedicados  que auxiliaram  na gravação destes videos
em breve o canal terá a copilação dos assuntos mais importantes sobre o universo

ASUPERAÇÃO DO EGO


 Em analise mistica apresento ums dos mais complexos  e completos estudos holisticos encontrados. vou tentar resumir em capitulos  o texto na integra em posts posteriores.


A SUPERAÇÃO DO EGO EM 4 ESTAGIO


DO EGO AO CORAÇÃO




QUATRO ESTÁGIOS NA TRANSFORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA

Nas mensagens anteriores, descrevemos a base histórica da jornada dos Trabalhadores da Luz, desde a consciência baseada no ego até a consciência baseada no coração. Esta parte será totalmente dedicada às características psicológicas desta transformação. Nós havíamos dividido este processo em quatro passos ou estágios, que vamos recapitular aqui, para maior clareza:

1.Estar insatisfeito com o que a consciência baseada no ego tem para lhe oferecer, desejar “algo mais”: o começo do final.

2.Começar a se conscientizar da sua dependência à consciência baseada no ego, reconhecendo e liberando as emoções e pensamentos que a acompanham: a metade do final.

3.Permitir que as velhas energias baseadas no ego morram dentro de você, jogando fora o casulo, sendo seu novo ser: o final do final.

4.O despertar de uma consciência baseada no coração, dentro de você, motivada por amor e liberdade; ajudar outros a fazerem a transição.

ESTÁGIO UM: O EGO JÁ NÃO SATISFAZ 

A transição da consciência apoiada no ego para a apoiada no coração começa com a experiência de um vazio interno. Coisas que antes lhe chamavam a atenção ou situações que o perturbavam completamente, agora deixam-no vazio ou sem inspiração. De algum modo, as coisas parecem ter perdido seu significado e propósito usuais. Antes de experimentar esse vazio, a consciência está nas garras do medo e conseqüentemente precisa reafirmar-se constantemente, procurando validação externa, porque não está disposta a enfrentar o medo subjacente da rejeição e da solidão. Esse medo profundo e a necessidade de validação externa podem ficar muito tempo escondidos como o verdadeiro motivo de muitas de suas ações. Toda sua vida pode ser construída em cima disto, sem que você tenha consciência disso. Talvez você esteja consciente de uma vaga intranqüilidade ou tensão interior. Mas, freqüentemente, um acontecimento mais importante, como a ruptura de um relacionamento, o falecimento de um ser amado ou a perda de um emprego, convida-o a realmente examinar a natureza desta tensão ou intranqüilidade.

Quando o ego é o centro de seu ser, sua consciência e sua vida emocional estão em “estado de cãibra”. Você está encolhido de medo e por causa disso está constantemente na defensiva. Quando você está no estágio do ego, você sempre experimenta um estado de carência, uma necessidade de algo mais. A base de seus pensamentos, sentimentos e ações é um buraco negro, um vazio que nunca pode ser preenchido completamente. É um buraco de medo, um lugar coberto por sombras, já que você desvia a sua consciência daí. Nas sombras, há um vazio, do qual você é vagamente consciente, mas você não quer ir lá. Neste estagio, suas relações com Deus, ou Tudo O Que É, estão marcadas por sentimentos de separação. No mais profundo do seu ser, você se sente sozinho e abandonado. Você se sente como um fragmento quebrado, insignificante, sem propósito. E como você oculta o medo que você tem disto, você somente o experimenta indiretamente, como uma sombra.

As pessoas têm horror de enfrentar o vazio interno com plena consciência. Têm horror de encontrar sua escuridão interior e investigá-la. Entretanto, se você não a enfrentar, ela continuará ali e você precisará desenvolver “estratégias para lidar com ela”, para tornar sua vida suportável. A estratégia do ego sempre é tratar o problema na periferia, em lugar de fazê-lo no centro. O ego procura resolver o problema voltando a consciência para o exterior, para fora. Ele tenta aliviar a dor interna, alimentando você com energias externas. As energias das quais ele gosta mais são reconhecimento, admiração, poder, atenção, etc. Desse modo, o ego aparentemente cria uma resposta ao desejo profundo da alma por unidade, segurança e amor.

Este desejo, em si mesmo, é inteiramente válido e genuíno. É Deus chamando você. É a sua própria natureza chamando-o. Você é Deus! Deus é a energia da unidade, segurança e amor. Todos anseiam pelo amor incondicional e o abraço da Energia que vocês chamam Deus. Na essência, este anseio é o desejo de estar totalmente consciente do seu próprio Ser Divino e, portanto, ser um com Ele. Sua própria divindade é sua entrada para o amor incondicional. Você só pode encontrá-lo enfrentando o medo e a escuridão que o rodeia, e isso você faz voltando-se para o interior, em vez de para o exterior. Isso você faz empregando sua consciência como uma luz que afugenta as sombras. A consciência é luz. Portanto, ela não precisa lutar com a escuridão; sua simples presença a dissolve. Voltando sua consciência para o interior, os milagres realmente acontecerão para você.

O ego, entretanto, procede exatamente de modo contrário. Registra a necessidade de amor e segurança, mas visa responder a esta necessidade sem enfrentar a escuridão e o medo interiores. Para conseguir isto, ele usa um certo “truque”: transforma a necessidade de amor em necessidade de aprovação ou reconhecimento por parte de outras pessoas; transforma a necessidade de unidade e harmonia em necessidade de se sobressair e ser melhor do que os outros. Uma vez que você pense que ser amado é ser admirado por seus feitos, você não precisa mais ir ao seu interior em busca de amor; você simplesmente tem que trabalhar mais duro! Desse modo, o ego se esforça por manter a panela do medo tampada.

Seu desejo original por amor e ditosa unidade se apresenta, então, de forma distorcida, como o desejo por reconhecimento. E você está constantemente procurando validação externa, a qual lhe provê, temporariamente, um pouco de segurança. Sua consciência está totalmente focalizada no mundo externo. Você confia no julgamento de outras pessoas e vive muito preocupado com o que os outros pensam de você. Isto é muito importante para você, já que sua auto-estima depende disto. Na realidade, a sua auto-estima abaixa cada vez mais, já que você está entregando seu poder a forças externas, que o julgam por seus desempenhos externos e não por seu verdadeiro ser. Enquanto isso, o sentimento profundamente arraigado de abandono e solidão não é aliviado. Na realidade, ele piora, já que você se recusa a olhar para ele. Isso que você não quer olhar torna-se o seu “lado sombrio”. O medo, a irritação e a negatividade podem ronda-lo e influenciá-lo, intensificados pela sua recusa de ir para dentro de si.

O ego pode ser muito teimoso, quando se trata de suprimir certas dúvidas, suspeitas e sentimentos; ele não deixa o controle facilmente. O que você percebe como “mau” em seu mundo sempre é o resultado do apego ao poder pessoal. É a recusa a entregar o controle e aceitar o medo e a escuridão internos. O primeiro passo para a iluminação é render-se a “o que é”. Iluminação significa permitir que todos os aspectos de seu ser sejam levados à luz da sua consciência. Iluminação não significa que você é completamente consciente de tudo que há dentro de você, mas que você está desejando enfrentar cada aspecto conscientemente. Iluminação é igual a amor. Amor significa: aceite você mesmo tal como você é.

A escuridão interior - essa sensação de abandono no mais profundo de sua alma, que todos vocês temem tanto - é temporária. O estágio do ego é apenas um passo no longo desenvolvimento e desdobramento da consciência. Neste estágio, é dado o primeiro salto em direção a uma consciência divina individualizada. O nascimento de uma consciência individual, o seu nascimento como uma “alma separada”, caminha junto com a experiência de ser deixado sozinho, de estar separado de seu Pai/Mãe. É comparável ao trauma do nascimento em seu mundo físico. No útero, o bebê experimenta um sentimento oceânico de unidade com sua mãe. Quando nasce, ele se torna uma unidade em si mesmo.

Por causa desse trauma de nascimento - falando agora do nascimento da alma - a alma leva consigo um sentimento de ter sido despedaçada, pois ela teve que se desprender de tudo em que ela confiava. (Em um capítulo posterior, voltaremos à noção do nascimento da alma; só queremos chamar a atenção aqui para o fato de que também há um aspecto da alma que é eterno e atemporal, portanto não sujeito a nascimento e morte). A alma recém-nascida anseia por um retorno ao estado de semiconsciência de unidade, de onde ela vem e que ela considera o seu Lar. Como isto é impossível, ela experimenta grande temor e sentimentos de desolação e dúvida. Este temor interno e desorientação gradualmente formarão a terra fértil para a tomada de poder por parte do ego. A alma tem que lidar com o medo e a dor, e o ego promete providenciar uma solução. O ego exibe a perspectiva de poder e controle à consciência da alma. A alma, sentindo-se impotente e perdida, entrega-se e coloca o ego no comando.

O ego é essa parte da alma que está voltada para o material, para o mundo externo. Em essência, o ego é o instrumento da alma para se manifestar como um ser físico, dentro do tempo e do espaço. O ego provê a consciência com foco. Ele faz com que a consciência seja específica em vez de oceânica, “aqui e agora” em vez de “em todo lugar”. O ego traduz impulsos internos em formas materiais específicas. É essa parte de você que faz a ponte sobre o vazio entre a sua parte não física (espiritual) e a parte física.

Para a alma, como um ser espiritual não físico, é totalmente anti-natural estar fixada em tempo e espaço. A alma é essencialmente independente de qualquer forma (material). Quando você sonha que está voando por aí, você está contatando essa parte de você mesmo, que é independente e livre. O ego, por outro lado, prende e fixa. Ele o capacita a funcionar na realidade física. Como tal, o ego tem um papel muito valioso, que não tem nada que ver com “bom” ou “mau”. Quando funciona em uma situação equilibrada, ele é uma ferramenta neutra e indispensável para a alma que habita um corpo físico na Terra.

Entretanto, quando o ego começa a governar a consciência da alma, em lugar de funcionar como sua ferramenta, a alma se desequilibra. Quando o ego se impõe sobre a alma (característica típica da consciência baseada no ego), ele não traduz simplesmente os impulsos internos para a forma material, mas controla e suprime seletivamente esses impulsos. O ego então lhe apresenta uma imagem distorcida da realidade. O ego desequilibrado sempre está perseguindo o poder e o controle e, sob este prisma, interpreta todos os fatos como positivos ou negativos.

É bastante instrutivo descobrir suas próprias motivações baseadas em poder e controle, no seu dia a dia. Tente observar quão freqüentemente você quer que  as coisas ou as pessoas se dobrem à sua vontade, mesmo que seja por uma causa nobre. Quão freqüentemente você se chateia porque as coisas não caminham como você quer? É importante perceber que, sob a necessidade de controlar, sempre existe o medo de perder o controle. Portanto, pergunte a si mesmo: “Qual é o risco de liberar o controle, de deixar ir a necessidade da previsibilidade? Qual é o meu medo mais profundo?”

O preço que você está pagando agora por manter as coisas “sob controle” é que suas atitudes em relação à vida são tensas e reprimidas. Quando se atrever a viver sob a inspiração interna e só fizer o que lhe trouxer alegria, será criada uma ordem natural e verdadeira em sua vida. Você se sentirá relaxado e feliz, sem a necessidade de moldar o fluxo da vida. Isto é viver sem medo, é viver com plena confiança no que a vida lhe trará. Você pode fazer isso?

Para uma alma jovem, a armadilha da consciência baseada no ego é quase inevitável. O ego oferece uma saída para o problema (de medo e abandono); ele desvia sua atenção daquilo “que está no interior” para aquilo “que você pode obter do mundo externo”. Esta não é a solução real para o problema, mas parece trazer alívio por um tempo. Exercer poder e controle sobre as coisas ao seu redor pode lhe dar uma satisfação temporária ou “estímulo”. Há um breve sentimento de ser amado, admirado e respeitado. Alivia sua dor por um tempo. Mas isso dura pouco e você tem que se esforçar outra vez para se destacar, para ser melhor ainda, mais atraente ou mais útil. Por favor, observe que, sob a bandeira do ego, você pode ser tanto meigo quanto maldoso, tanto doador quanto recebedor, tanto dominador quanto servil. Muito daquilo que se dá aparentemente com generosidade é um chamado inconsciente de atenção, amor e reconhecimento em direção a quem recebe o presente. Quando você está sempre cuidando e doando aos outros, você está simplesmente se escondendo de si mesmo. Portanto, para entender o que significa a dominação do ego, você não tem necessariamente que pensar em tiranos cruéis, tais como Hitler ou Saddam Hussein. Simplifique: observe-se em sua vida diária.

A presença da dominação do ego pode ser reconhecida pela necessidade de controlar as coisas - querer que certa pessoa se comporte de um modo determinado, por exemplo. Para conseguir que isto aconteça, você exibe certos tipos de comportamento. É condescendente e meigo, por exemplo, e trata de jamais ferir os sentimentos de outra pessoa. Há uma necessidade de controle por trás deste comportamento. “Porque quero que você me ame, eu nunca estarei contra você”. Esta linha de pensamento é baseada no medo - o medo de depender de si mesmo, o medo de ser rejeitado ou abandonado. O que parece ser doçura e simpatia, na realidade é uma forma de auto-negação. Isto é o ego trabalhando.

Enquanto o ego governar sua alma, você precisará se alimentar da energia de outras pessoas, para se sentir bem. Sentirá como se tivesse que merecer a aceitação de outras pessoas, de uma autoridade exterior a você. Entretanto, o mundo que o rodeia não é fixo nem estável. Você nunca pode confiar na fidelidade permanente daquele em quem confia, seja ele o cônjuge, o chefe ou os pais. É por isto que você tem que “trabalhar” o tempo todo, estando sempre atento às “porções de aprovação” que vêm para você. Isto explica porque a mente de quem está no estágio do ego se encontra em permanente estado de tensão e nervosismo.

O ego não pode supri-lo com verdadeiro amor e auto-estima. A solução que ele oferece para o trauma do abandono é, na verdade, um poço sem fundo. A verdadeira missão da consciência da alma jovem é tornar-se os pais que ela perdeu. Por favor, observe que a estrutura da vida na Terra - considerando o processo de começar como um bebê desamparado e crescer até se transformar num adulto independente - freqüentemente o convida a fazer exatamente isso. Muito freqüentemente, a chave para a verdadeira felicidade em sua vida consiste nisto: que você transforme-se nos seus próprios pai e mãe e dê a si mesmo o amor e a compreensão que você perdeu e que está sentindo falta nos outros. No nível mais amplo e metafísico, no qual estamos falando, isto significa: entenda que você é Deus, não uma de suas pequenas ovelhas perdidas. Esta é a compreensão que o levará de volta ao lar. Esta é a compreensão que o levará ao âmago de quem você é - que é amor e poder divino.

O final do estágio do ego surge quando a alma se dá conta de que está sempre repetindo o mesmo ciclo de ações e pensamentos. O ego perde seu domínio quando a alma se sente esgotada e aborrecida por se esforçar o tempo todo por um tesouro eternamente fugaz. A alma começa então a suspeitar que as promessas do jogo do qual participa são falsas e que, na realidade, não há nada ali para ela ganhar. Quando a alma se cansa de tentar e de estar em cima disso o tempo todo, ela deixa ir um pouco o controle. Com menos energia sendo gasta no controle dos pensamentos e do comportamento, abre-se um espaço energético que permite experiências novas e diferentes.

No começo, quando você entra neste estágio, pode sentir-se muito cansado e vazio por dentro. As coisas que antes você considerava importantes, agora podem lhe parecer totalmente sem sentido. Inclusive, podem vir à tona medos que não tenham nenhuma causa clara ou imediata. Podem ser vagos temores de morrer ou de perder seus entes queridos. Também pode aflorar uma raiva, relacionada com situações em seu trabalhos ou em seu casamento. Tudo o que parecia ser óbvio, agora está sob dúvida.

Aquilo que a consciência apoiada no ego tentava prevenir, finalmente acontece. Gradualmente, a tampa da panela se levanta e todo tipo de emoções incontroláveis e medos aparecem e entram na sua consciência, semeando dúvida e confusão em sua vida. Até aquele momento, você estava funcionando quase sempre no piloto automático. Muitos padrões de pensamentos e de sentimentos dentro de você aconteciam automaticamente; você permitia que eles acontecessem sem questionar. Isto deu unidade e estabilidade à sua consciência. Entretanto, quando sua consciência cresce e se expande, sua personalidade se divide em duas. Uma parte de você quer manter-se nos velhos padrões, a outra parte questiona esses padrões, e você se confronta com sentimentos desagradáveis como raiva, medo e dúvida.

Por isso, a expansão da consciência que ocorre no final do estágio do ego é freqüentemente experimentada como um desmancha-prazeres, um intruso mal recebido, que estraga o jogo. Esta nova consciência desacomoda tudo o que antes parecia óbvio e desperta emoções dentro de você, com as quais você não sabe lidar. Quando você começa a duvidar dos padrões de pensamento e ação baseados no ego, uma nova parte de você penetra sua consciência. É a parte de você que ama a verdade ao invés do poder.

Viver de acordo com as imposições do ego é muito repressivo. Você está servindo a um pequeno - medroso - ditador, que aspira ao poder e ao controle, não só sobre o seu ambiente, mas especialmente sobre você. Seus fluxos espontâneos de sentimento e intuição são reprimidos por ele. O ego não gosta muito da espontaneidade. Ele o impede de expressar livremente seus sentimentos, já que os sentimentos e as emoções são incontroláveis e imprevisíveis, o que é perigoso para o ego.

O ego trabalha com máscaras. Se seu ego lhe ordenar: “seja doce e gentil, para ganhar a simpatia das pessoas”, você sistematicamente suprimirá os sentimentos de desagrado e raiva de dentro si. Se começar a duvidar da viabilidade desta ordem, as emoções suprimidas aparecerão imediatamente. Os sentimentos não se eliminam ao serem suprimidos. Eles continuam vivendo e ganham intensidade quanto mais são suprimidos.

Uma vez que a alma experimenta o vazio e a dúvida, tão característicos do final do estágio do ego, é possível encontrar e enfrentar todos os sentimentos e emoções que antes estavam escondidos na escuridão. Estes sentimentos e emoções contidos são a porta de entrada para o seu Eu Superior. Ao explorar o que você realmente sente, em vez daquilo que se supõe que deva sentir, você recupera sua espontaneidade e integridade, essa parte de você que freqüentemente é chamada de sua “criança interior”. Entrar em contato com seus verdadeiros sentimentos e emoções, faz com que você se coloque no caminho da liberação. E assim começa a transição para a consciência baseada no coração.



DO EGO AO CORAÇÃO II




EXPLORANDO SUAS FERIDAS INTERNAS

Distinguimos quatro passos na transformação da consciência baseada no ego para a consciência baseada no coração:

1. Estar insatisfeito com o que a consciência baseada no ego tem para lhe oferecer, desejar “algo mais”: o começo do final.

2. Começar a se conscientizar da sua dependência à consciência baseada no ego, reconhecendo e liberando as emoções e pensamentos que a acompanham: a metade do final.

3. Permitir que as velhas energias baseadas no ego morram dentro de você, jogando fora o casulo, sendo seu novo ser: o final do final.

4. O despertar de uma consciência baseada no coração, dentro de você, motivada por amor e liberdade; ajudar outros a fazerem a transição.

Neste capítulo discutiremos o passo 2.

Quando você para de se identificar com o ego, primeiro você entra num estado de confusão sobre quem você é. Esta confusão pode ser profunda e de natureza muito filosófica. Você começa a fazer perguntas sobre o significado da vida, sobre o bem e o mal, sobre o que você realmente sente e pensa, em oposição àquilo que os outros lhe ensinaram a sentir e pensar. De repente, estas perguntas são muito reais para você e têm uma relação direta com as escolhas que você faz no seu dia a dia. Você olha para si mesmo e pensa: “Este sou eu? É isto que eu quero?” É difícil fazer escolhas agora, uma vez que nada é evidente por si mesmo.

De fato, você agora está dando um passo para trás, um passo nas profundezas: um passo para dentro. Você torna-se consciente de partes mais profundas de si mesmo, partes que estão menos condicionadas por sua educação e por sua sociedade. Você recebe alguns vislumbres de quem você verdadeiramente é: sua singularidade, sua individualidade. Você se lembra que existe uma parte de você que não é dependente de nada que o rodeia: nem dos seus pais, nem do seu trabalho, nem dos seus relacionamentos e nem sequer do seu corpo. É nesse momento que você sente - vagamente - a sua divindade, a parte de você que é completamente ilimitada e eterna.

Na realidade, todos vocês são seres multidimensionais: vocês podem (e assim o fazem) manifestar-se em varias realidades diferentes ao mesmo tempo. Vocês não estão ligados a um padrão de tempo linear. Sua atual personalidade é apenas um aspecto da entidade multidimensional que vocês são. Quando vocês se derem conta de que sua expressão atual como um ser humano físico é simplesmente um aspecto de vocês, irão além dela e poderão entrar em contato com o Ser Superior que vocês são.

Mas antes de conseguirem isto, precisam curar as partes feridas dentro de vocês.

Viver de acordo com as ordens e exigências do ego criou feridas psicológicas dentro de vocês. Deixar ir a consciência baseada no ego cria, inicialmente, confusão, dúvidas e desorientação.

Depois deste primeiro passo, vocês entram em um novo estágio: o de observar, compreender e curar suas feridas internas. Falaremos sobre este estágio agora.

Com o ego no controle, as suas ações e pensamentos basearam-se no medo durante um bom tempo. De uma certa forma, você perseguia ferozmente os seus desejos de poder, reconhecimento e controle. Com isto, você desvirtuava a sua própria natureza. Seu comportamento baseava-se em modelos externos ao invés de se basear nas suas próprias e verdadeiras necessidades. Além disto, você não era capaz de amar realmente alguém, já que o amor se opõe completamente à necessidade de controlar ou dominar. Todo este estado de consciência constituiu um ataque à integridade da sua alma. A alma sofreu sob o reinado do ego.

Quando você se liberta da prisão e da influência do ego, esta dor interna torna-se mais visível para você. Ela se expõe a você - nua e crua - despojada de máscaras. Entretanto, você ainda não sabe como lidar com esta dor, já que ainda está num estado de confusão e desorientação. Geralmente, você passa por uma etapa de julgamento das suas feridas internas, porque elas parecem levá-lo a padrões negativos de comportamento: dependências, depressão, mudanças de humor incontroláveis, problemas de comunicação, dificuldades nas relações íntimas.

Este julgamento de si mesmo inflige mais dor à alma, que está começando a voltar-se para a Luz. Ela está se desapegando da necessidade de poder e de controle, ela está se tornando mais sensível... e então ela é surpreendida pelo auto-julgamento.

Muitas pessoas estão vagando nesta terra de ninguém entre o ego e o coração. Elas estão buscando uma realidade mais amorosa, mas ainda se encontram ao alcance do chicote do ego.

Na verdade, não é a sua ferida interna que o faz tornar-se presa do que você considera “aspectos negativos” de si mesmo. É o seu julgamento da ferida que causa a negatividade. Se você olhar para si mesmo com uma atitude de aceitação, você não vai ver uma personalidade dependente, depressiva ou fracassada. Você vai ver apenas a dor interna que precisa ser atendida e cuidada da forma mais gentil e bondosa possível.

O passo mais importante no estágio dois da transição do ego ao coração é que você está querendo entender a sua dor interna: aceite-a, compreenda as suas origens e permita que ela exista.

Se você consegue perceber o núcleo de medo que é inerente a todas as expressões de consciência centrada no ego, você penetrou a realidade da consciência baseada no coração. Por mais censurável que seja o comportamento de alguém, se você reconhecer a dor, a solidão e a necessidade de auto-proteção que existe por trás disso, você entra em contato com a alma que está apresentando o comportamento negativo. Assim que você percebe a alma amedrontada, você é capaz de perdoar.

Isto acontece primeiramente em relação a você mesmo.

Pense em algo que você realmente deteste em si mesmo - algo que realmente o aborreça e do qual você acha que já deveria ter se livrado há muito tempo. Pode ser insegurança, preguiça, impaciência, ou uma dependência: qualquer coisa que você sinta que não deveria mais estar aí. Agora procure entender o motivo real por trás deste aspecto ou tendência. O que o obriga a sentir ou fazer certas coisas várias e várias vezes? Você consegue perceber um elemento de medo dentro das suas motivações?

Repare que, logo que você compreende que existe medo, você amadurece internamente, sentindo algo como: “Oh, Deus, eu não sabia que estava tão atemorizado! Eu o ajudarei!” Então há tolerância em suas atitudes. Há amor e perdão.

Enquanto você percebe os comportamentos baseados no medo - tais como agressão, dependência, subserviência, vaidade, etc... - como “maus”, “pecaminosos” ou “tolos”, você está julgando. Mas julgar é uma atividade baseada no medo. Você já percebeu que, quando você se julga, torna-se duro internamente? Parece que alguma coisa aperta, como lábios pressionando-se ou olhos resfriando-se. Por que precisamos julgar as coisas? Qual é a necessidade de reduzir as coisas a certo ou errado? Qual é o medo por trás da nossa necessidade de julgar? É o medo de enfrentarmos a nossa própria sombra interior. É, essencialmente, o medo de viver.

Ao se desapegar da consciência baseada no ego, você vai querer desenvolver uma forma completamente nova de ver as coisas. Esta forma de ver pode ser melhor descrita como neutra, querendo dizer que simplesmente observa o que é, sem interesse em como as coisas “deveriam ser”. As causas e os efeitos do comportamento baseado no ego são observados, o núcleo de medo inerente a ele é reconhecido, e então o ego se torna realmente transparente para você. E tudo o que é transparente para você pode ser abandonado, se você quiser.

Todo o ser humano conhece o medo. Cada um de vocês conhece a sombra e a solidão de estar envolvido no medo. Quando o medo se mostra abertamente no rosto de uma criança, a maioria das pessoas reage instantaneamente estendendo as suas mãos. Mas quando o medo se mostra de forma indireta, através de máscaras de violência e brutalidade, parece imperdoável. Quanto mais destrutivo e cruel é o comportamento, mais difícil é perceber o medo e a desolação que existem por trás dele. Mesmo assim, vocês são capazes de percebê-lo.

A partir das profundezas da sua própria experiência de medo e desolação, você pode entrar em contato com o profundo medo nas almas dos assassinos, seqüestradores e criminosos. Você consegue entender as ações deles. E se fizer isso, baseado nas suas próprias experiências íntimas com a escuridão, você pode liberar isso tudo. Você pode deixar que tudo isso exista, sem a necessidade de julgar nada. Se você verdadeiramente entender o medo como um poder que existe e com o qual você está totalmente familiarizado através de suas experiências de vida, você pode deixar de julgar. O medo não é nem bom e nem mau. O medo É, e possui um determinado papel a desempenhar.

Em certos aspectos, muito difíceis de serem expressos em conceitos humanos, o medo é tanto uma bênção quanto uma tortura. De qualquer modo, a escolha de permitir a existência do medo em sua realidade não foi feita para vocês. Vocês foram o Deus - por assim dizer - que permitiu que o medo desempenhasse um papel indispensável na sua realidade. Vocês fizeram isto, não para se torturarem, mas PARA CRIAREM, para criarem uma realidade que tivesse mais substância, mais “plenitude” do que um mundo baseado unicamente em amor. Compreendo que isto pode parecer inacreditável, mas talvez vocês possam entender intuitivamente o que estou procurando dizer aqui.

O medo é uma parte viável da criação. Onde há medo, não há amor. Onde não há amor, o amor pode ser encontrado de formas novas e imprevisíveis. Uma ampla variedade de emoções pode ser explorada, e inclusive criada, pela ausência do amor. A ausência do amor pode ser sentida de várias formas. A presença do amor só pode ser sentida quando se tem o medo como plano de fundo. Se não fosse assim, o amor ficaria todo difuso e vocês não poderiam percebê-lo como tal.

Portanto, ao criarem o medo, ao se arremessarem para fora do oceano de amor que os rodeava, vocês se permitiram experimentar o amor pela primeira vez. Compreendem?

Vocês não criaram o amor, mas criaram a experiência do amor. Para fazer isto, vocês precisavam de um oposto, algo que não fosse amor, e utilizaram o medo como instrumento. Nós, do outro lado do véu, podemos ver claramente o papel espiritual que o medo desempenha na sua realidade. Sendo assim, nós lhes suplicamos, mais uma vez, que não julguem. Por favor não julguem o medo e a escuridão que ele traz, nem em vocês mesmos e nem em qualquer outro ser. Todos vocês foram criados do amor e para o amor devem retornar.

Quando você entra no segundo estágio do processo de transformação do ego ao coração, você se confronta com sua dor interna, com seus medos, e é convidado a olhá-los com compreensão e aceitação.

Depois de se conscientizar da sua dor interna e do seu medo, você pode passar primeiro por um período de auto-julgamento, no qual pode apresentar um comportamento destrutivo. Pode parecer que você está andando para trás em vez de para frente. Nesse ponto, você se encontra na zona perigosa, na terra de ninguém entre o ego e o coração. Você sabe que quer se livrar do velho, mas ainda não pode realmente abraçar o novo, e então é pego pela desconfiança de si mesmo e pela autocrítica. O ponto decisivo ocorre quando você deixa de julgar-se - pelo menos por um tempo.

Só quando você está preparado para olhar para si mesmo com uma atitude de interesse e abertura, é que você penetra a realidade da consciência baseada no coração. Antes disso, você está meramente comparando-se com um modelo artificial ou um ideal, para o qual, na maioria das vezes, você é deficiente. Você se bate por isso, e tenta outra vez se forçar a se encaixar naquele molde que você criou para si mesmo, na sua cabeça.

Digo-lhe que este padrão de perfeccionismo é uma arma assassina. É totalmente o oposto do amor. O amor verdadeiramente não compara e, mais importante, nunca quer forçá-lo a nada e nem modificá-lo de nenhuma forma. O amor não tem olhos para o que deveria ser. A própria natureza do “deveria” está ausente da consciência do coração. Na visão do coração, as qualidades morais sempre são formas de interpretar ou “dividir” a realidade. Elas são idéias na sua cabeça e, como você sabe, elas podem diferir muito de cabeça para cabeça. A própria necessidade de estabelecer modelos e definir o que é bom é precursora do conflito humano e da guerra. Não são tanto as idéias que causam a agressão e o conflito, mas a necessidade implícita de controlar e fixar.

Os ideais políticos, pessoais ou espirituais, os padrões de saúde, beleza e higiene, todos estabelecem modelos de como as coisas deveriam ser, de como você deveria comportar-se. Todos eles procuram fixar e definir o que é BOM.

Mas o AMOR não está interessado em definir o Bom. Não está interessado nas idéias, mas na realidade. O amor se volta para o que é real.

O coração está interessado em tudo o que existe, em cada expressão real de vocês, as destrutivas e as construtivas. Ele simplesmente observa; ele simplesmente está aí, envolvendo-o com a sua presença, se você o permitir.

Se você se abre para a realidade do amor, a realidade do coração, você se desapega do julgamento. Você aceita quem você é neste momento. Você percebe que você é o que é em virtude de uma multiplicidade de razões, as quais você agora vai investigar e explorar.

Quando este momento chega, é uma grande bênção para a alma. Então você é capaz de curar a si mesmo. De vez em quando você recairá na autocrítica, mas agora você tem uma memória consciente de como se sente o amor. E enquanto a tiver, você voltará a encontrá-la de novo, porque experimentou o doce perfume do Lar outra vez.

No segundo estágio da transição do ego ao coração, você entra em contato mais íntimo consigo mesmo. Você dá uma olhada mais de perto na sua bagagem do passado. Você revive suas memórias (dolorosas) - memórias desta vida, talvez memórias de vidas passadas. A bagagem psicológica que você carrega de todas as suas vidas, até o presente, constitui a sua identidade atual. Você pode olhar para esta bagagem como uma mala cheia de roupas. Você representou muitos papéis no passado, assumiu muitas identidades, exatamente como peças de vestuário. Você acreditou tão firmemente em alguns desses papéis, que chegou a considerá-los parte da sua identidade. “Este sou eu”, você pensa de tais papéis ou “vestimentas”.

Entretanto, quando você investiga verdadeiramente o que estes papéis têm a ver com você, descobre que você não é eles. Você não é os papéis psicológicos ou identidades que você assume. Você não é as suas roupas. Você utilizou estes papéis por uma necessidade de experiência sentida pela alma.

A alma se deleita com todas essas experiências, porque elas são partes do processo de aprendizagem com o qual ela se comprometeu. Considerando desta forma, todas as experiências são úteis e valiosas.

Quando você olha mais de perto para os seus próprios papéis ou identidades, você logo percebe que existiram experiências dolorosas, inclusive traumáticas, no seu passado, que ainda “grudam” em você. Você parece incapaz de se livrar delas. Elas se tornaram uma “segunda pele”: pele, ao invés de simples vestimenta.

Esses são elementos difíceis do seu passado; são as peças que agora o impedem de viver verdadeiramente e de desfrutar a vida. Você se identificou tanto com estas partes, que você pensa que é elas. Por causa disto, você sente que é uma vítima e daí tira uma conclusão negativa sobre a vida. Mas estas conclusões não se referem à vida como tal, elas só se referem às partes traumatizadas da consciência da sua alma.

São estas partes que precisam de cura agora. Você fará isto, entrando no passado outra vez, mas com uma consciência muito mais amorosa e sábia do que você jamais teve. No segundo estágio do processo de transformação do ego ao coração, você cura episódios do passado, envolvendo-os com a sua consciência do presente. Ao re-experimentar esses acontecimentos no presente, a partir de um foco centrado no coração, você libera as partes traumáticas do seu passado.

O trauma ocorre quando você experimenta uma grande perda ou dor ou maldade, e não consegue entender porque isto acontece. Todos vocês experimentaram o trauma, em muitas de suas vidas. De fato, a consciência da alma durante o estágio do ego é traumatizada desde o início: existe a perda da Unidade ou Lar, que ela se lembra e não compreende.

Quando você volta ao acontecimento traumático original, através da imaginação, e o envolve com a consciência do coração, você muda a sua reação original a esse acontecimento. Você muda a reação de horror e incredulidade, para uma simples observação do que acontece. Na regressão, você simplesmente observa o que aconteceu, e este simples ato cria espaço para a compreensão, espaço para a compreensão espiritual do que realmente aconteceu nesse evento. Quando este espaço se faz presente, você torna-se mestre da sua realidade outra vez. Então você é capaz de chegar a uma aceitação do fato completo, já que compreende, a partir do coração, que há significado e propósito em cada coisa que acontece. Você pode sentir, a partir do coração, que há um elemento de livre escolha presente em tudo o que ocorre, e então você desenvolve uma aceitação da sua própria responsabilidade pelo acontecimento. Quando você aceita a sua própria responsabilidade, você está livre para seguir em frente.

É somente quando você se relaciona com suas identidades passadas, como um ator se relaciona com seus papéis, que você se torna livre para ir aonde quer que deseje. Então, você está livre para entrar na consciência baseada no coração. Você não mais se apega a nenhum aspecto do que você foi no passado: vítima ou agressor, homem ou mulher, branco ou negro, pobre ou rico, etc. Quando você puder brincar com os aspectos da dualidade, e simplesmente usá-los quando eles lhe trouxerem alegria e criatividade, você terá alcançado o significado da vida na Terra. Você experimentará muita felicidade e uma espécie de regresso ao Lar. Isto porque você estará entrando em contato com a consciência subjacente aos diferentes papéis e identidades. Você estará tocando a base com a sua própria consciência divina outra vez... a percepção de que tudo é Unidade... em resumo: a realidade do amor.

Encerraremos este capitulo oferecendo-lhe dois exercícios, que podem ajudá-lo a entrar em contato com aquela corrente de Unidade, aquela corrente de consciência divina que é a corrente oculta de todas as suas experiências.

EXERCÍCIO 1

- Que características psicológicas, que você considera como partes de você, causam a maioria dos problemas em sua vida? Cite duas dessas características.

- Focalize os opostos dessas características. Assim, se você escolheu “impaciência”, ou “insegurança”, focalize-se agora nas suas contrapartes: paciência e confiança em si mesmo. Sinta a energia destas características por um momento.

- Volte-se para o seu interior e procure estas energias dentro de si mesmo. Cite três exemplos da sua própria vida, nos quais você exibiu estas características positivas.

- Agora que você está em contato com estas características positivas, permita que as energias delas fluam através de você e sinta como elas o equilibram.

EXERCÍCIO 2

- Relaxe e permita que a sua imaginação viaje para trás, até um momento no qual você se sentiu muito feliz. Pegue a primeira coisa que aparecer na sua mente. Sinta a felicidade novamente.

- Agora vá para um momento no qual você se sentiu extremamente infeliz. Sinta a essência do que sentiu naquele instante.

- Capte o que há de comum nas duas experiências. Sinta o que é igual nesses dois momentos.

Ambos os exercícios foram planejados para que você perceba a consciência subjacente, o “você” sempre presente em todas as suas experiências.

Este recipiente de consciência sempre presente, o transportador das suas experiências, é o “Você” Divino. É sua entrada para uma realidade além da dualidade: a realidade do coração.



DO EGO AO CORAÇÃO III




LIBERANDO O VELHO

A transição da consciência baseada no ego para a consciência baseada no coração desenvolve-se ao longo de alguns estágios.

1. Estar insatisfeito com o que a consciência baseada no ego tem para lhe oferecer, desejar “algo mais”: o começo do final.

2. Começar a se conscientizar da sua dependência à consciência baseada no ego, reconhecendo e liberando as emoções e pensamentos que a acompanham: a metade do final.

3. Permitir que as velhas energias baseadas no ego morram dentro de você, jogando fora o casulo, sendo seu novo ser: o final do final.

4. O despertar de uma consciência baseada no coração, dentro de você, motivada por amor e liberdade; ajudar outros a fazerem a transição.

Falaremos agora do estágio três. Mas antes de fazê-lo, queremos assinalar que a transição não acontece através de um caminho reto e linear. Existem momentos em que você retrocede a um estágio que já tinha sido deixado para trás. Mas este retrocesso pode, mais tarde, levá-lo a um grande passo à frente. Assim, os desvios podem resultar em atalhos. Além disso, cada caminho espiritual de alma é único e individual. Portanto, este esquema que estamos oferecendo-lhe, de quatro estágios diferentes, deveria ser entendido, simplesmente, como uma forma de ressaltar alguns pontos críticos do processo. Os esquemas e as classificações são meros instrumentos que tornam visível uma realidade que não pode ser capturada pela mente (a sua parte mental).

Depois que você aceitou as suas feridas internas e curou as partes traumáticas da sua consciência, como descrevemos no capítulo anterior, a sua energia se modifica. Você está se desapegando de um você mais velho. Está criando espaço para um modo de ser e de vivenciar completamente novo. Neste capítulo, gostaríamos de explicar o que acontece energeticamente quando você libera a consciência centrada no ego. O que acontece energeticamente, quando você se move da dominação do ego para a consciência baseada no coração, é que o chakra cardíaco passa a ter precedência sobre a vontade do terceiro chakra.

Os chakras são rodas giratórias de energia, localizadas ao longo de sua coluna vertebral. Estes centros de energia estão todos relacionados com um tema particular da vida. Por exemplo: “espiritualidade” (chakra da coroa), “comunicação” (chakra da garganta) ou “emoções” (chakra do umbigo). Os chakras, até certo ponto, fazem parte da realidade material, já que estão relacionados com lugares específicos do seu corpo. Mas eles não são visíveis aos olhos físicos, portanto poderíamos dizer que eles subsistem entre o espírito e a matéria; eles fazem a ponte entre o vazio. Eles formam o ponto de entrada do espírito (sua consciência da alma), permitindo que ele tome a forma física e crie as coisas que estão acontecendo na sua vida.

O chakra do coração, localizado no centro de seu peito, é a sede da energia do amor e da unidade. O coração leva as energias que unificam e harmonizam. Quando você focaliza a sua atenção neste centro por um tempo, você pode sentir calor ou algo se abrindo. Se você não sentir nada, simplesmente deixe isso de lado e talvez tente em outro momento.

O chakra abaixo do coração é chamado de “plexo solar” e está localizado próximo ao seu estômago. É a sede do desejo. É o centro que focaliza sua energia na realidade física. Portanto, é o chakra que está conectado com questões de criatividade, vitalidade, ambição e poder pessoal.

O ego e a vontade estão intimamente relacionados. A faculdade da vontade permite-lhe colocar o foco em algo, seja interno ou externo. Suas percepções da realidade, tanto de si mesmo quanto dos outros, estão muito influenciadas pelo que você quer, por seus desejos. Seus desejos, freqüentemente, estão misturados com o medo. Muitas vezes você quer alguma coisa porque sente que tem necessidade disso; por trás da sua vontade, existe um sentimento de falta ou de necessidade. Devido ao medo que está presente em muitos dos seus desejos, o plexo solar é freqüentemente dirigido pela energia do ego. O ego se expressa especialmente através do plexo solar.

Através da faculdade da vontade, o ego literalmente pressiona a realidade. A realidade tem que ser forçada para aquilo em que o ego quer que você acredite. O ego trabalha a partir de um conjunto de presunções básicas a respeito de como a realidade funciona, as quais são todas baseadas no medo. Ele lhe apresenta um quadro da realidade altamente seletivo, uma vez que seu modo de ver é prejudicado pelas suas próprias necessidades e medos. Além disto, ele precisa colocar o julgamento em tudo o que observa. Não há lugar para a simples observação das coisas. Tudo precisa ser dividido em categorias, precisa ser rotulado como certo ou errado.

Quando você vive a partir do coração, não existe um conjunto fixo de crenças a partir das quais você interpreta ou dá valor aos fatos. Você já não mais sustenta fortes convicções sobre nada. Você passa a viver mais como um observador. Você adia os julgamentos morais sobre qualquer questão, já que sente que pode não ter compreendido tudo o que existe para compreender sobre a situação. Os julgamentos sempre têm algo de definitivo; mas o coração não está interessado em definições. Ele sempre procura ir mais além daquilo que parece definitivo ou definido. O coração é aberto, explorador e disposto a re-examinar, disposto a perdoar.

Quando você usa o poder da vontade centrado no ego, pode sentir algo pressionando seu chakra do plexo solar. Usar a sua vontade desta forma é um acontecimento energético, do qual você pode estar consciente, se quiser. Sempre que sentir esta pressão, acompanhada de um forte desejo de que as coisas aconteçam a seu modo, você está tentando moldar a realidade aos seus desejos. Você está tentando impor as suas crenças à realidade.

Quando você age a partir do coração, você segue o fluxo das coisas tal como ele se apresenta; você não está pressionando nem forçando.

Se você trabalha muito duro para obter algo, e falha várias vezes em alcançar as suas metas, por favor questione-se a partir de que chakra, a partir de que centro energético você está atuando. Você também pode entrar em sintonia com o seu coração e perguntar-lhe por que isso não está funcionando ou por que você tem que colocar tanta energia nisso.

Muitas vezes você tenta realizar certas metas, sem ter ido verdadeiramente para dentro de si mesmo e verificado com seu coração se isso realmente lhe serve, no seu caminho interior para a sabedoria e a criatividade. Além disso, mesmo que as suas metas realmente representem seus desejos mais profundos, sentidos a partir do coração, você pode ter expectativas irreais a respeito do período de tempo no qual as coisas irão acontecer. Você pode estar numa linha de tempo que não é a do coração, mas da vontade pessoal.

Existe um ritmo natural para todas as coisas, que não tem, necessariamente, a velocidade que você pensa que é desejável. A realização das suas metas requer que a energia seja modificada. A mudança de energia freqüentemente leva mais tempo do que você espera ou deseja. Na verdade, as mudanças de energia nada mais são do que você mesmo mudando.

Quando você tiver alcançado suas metas, você não será mais você. Você terá se tornado uma versão expandida de seu ser atual, com mais sabedoria, mais amor e mais poder interior. O tempo que leva para conseguir as suas metas é o tempo que leva para mudar a sua consciência, de tal modo que a sua realidade desejada possa entrar na sua realidade atual. Portanto, se você quiser acelerar as coisas, coloque o foco em você, e não tanto na realidade.

Com freqüência, você até precisa liberar as suas metas, para ficar aberto para receber. Isto soa paradoxal. Mas, de fato, estamos apenas dizendo que você precisa aceitar completamente sua realidade atual, antes que possa avançar para uma nova. Se você não aceita a sua realidade atual, e se agarra às suas metas de uma forma tensa, você não está movendo-se para frente.

Nada deixará a sua realidade, a menos que você a ame. Ama-la é igual a “libertá-la”.

A menos que você abrace a sua realidade atual e aceite-a como criação sua, ela não poderá deixá-lo, porque você está negando uma parte de si mesmo. Você está dizendo “não” àquela parte de você que criou esta realidade para você. Você gostaria de cortar esta parte indesejada de você e seguir em frente.

Mas você não pode criar uma realidade mais amorosa a partir do ódio por si mesmo. Não pode “colocar-se voluntariosamente” dentro de uma nova realidade, empurrando as partes indesejadas para o lado. O poder da vontade não lhe serve nesta situação. O que você precisa é entrar em contato com o seu coração. As energias da compreensão e a aceitação são os verdadeiros blocos da construção de uma realidade nova e mais satisfatória.

Quando você interage com a realidade a partir do coração, você permite que a realidade seja. Não procura modificá-la; você simplesmente e cuidadosamente observa o que ela é.

Quando o coração se torna o administrador do seu ser, o centro da vontade (o plexo solar) segue-o. O ego (ou a faculdade da vontade) não é eliminado, uma vez que ele cumpre naturalmente o papel de traduzir a energia do nível da consciência para o nível da realidade física. Quando esta tradução ou manifestação é guiada pelo coração, a energia da vontade cria e flui sem esforço. Nenhuma pressão ou esforço está envolvida. É neste momento que ocorre a sincronicidade: uma importante coincidência de fatos, que favorecem a realização de suas metas. Parece-lhe milagroso, quando as coisas trabalham juntas desta forma. Mas, na verdade, isto é o que acontece o tempo todo, quando você cria a partir do coração. A ausência de esforço é a “marca registrada” da criação a partir do coração.

CRIANDO A SUA REALIDADE A PARTIR DO CORAÇÃO
 



A verdadeira criatividade não está baseada na determinação e numa vontade forte, mas num coração aberto. Estar aberto e receptivo ao novo, ao desconhecido é vital para ser um verdadeiro criador. Então, uma chave para a verdadeira criatividade é a capacidade de não fazer nada: abster-se de fazer, fixar, focalizar. É a habilidade de colocar a sua consciência em um modo puramente receptivo, mas alerta.

É somente através de não saber, de deixar as coisas abertas, que você pode criar um espaço para que algo novo entre em sua realidade.

Isto vai contra aquilo que muita literatura da nova era fala sobre “criar a sua própria realidade”. É verdade que você cria a sua realidade o tempo todo. Sua consciência é criativa, quer você esteja consciente disso ou não. Mas quando você quer criar sua realidade conscientemente, como muitos livros e terapias ensinam, é essencial compreender que a forma mais poderosa de criar não está baseada na vontade (sendo ativo), mas na auto-consciência (sendo receptivo).

Toda mudança no mundo material - por exemplo, na área de trabalho, das relações ou do seu ambiente material - é um reflexo de mudanças no nível interno. É somente quando os processos de transformação interna terminam, que a realidade material pode responder, refletindo essa transformação de volta para você, mudando as circunstâncias em sua vida.

Quando você tenta criar a partir da vontade - por exemplo, focalizando-se ou visualizando suas metas o tempo todo - você ignora a transformação interna, que é o verdadeiro pré-requisito para a mudança. Você está criando de uma maneira artificial, e está destinado a decepcionar-se. Você não está criando a partir da profundidade da sua alma.

A alma fala com você nos momentos de silêncio. Você escuta verdadeiramente a voz dela, quando você não mais sabe. Muitas vezes, a alma fala muito claramente quando você desiste e se dá por vencido. O que acontece, quando você desiste e se desespera, é que você se abre para o novo. Você libera todas as suas expectativas e torna-se verdadeiramente receptivo ao que é.

O desespero é causado pela opinião forte que você tinha sobre o que deveria acontecer na sua vida. Quando a realidade não corresponde a estas crenças, você se decepciona e até se desespera de alguma forma. No entanto, se você desiste dessas fortes expectativas e se atreve a estar aberto para o novo, você não precisa atingir esse ponto de desespero, antes de entrar em contato com a sua alma outra vez. Você pode ficar quieto, receptivo e aberto ao que ela lhe diz, sem precisar decepcionar-se primeiro.

Enquanto você “sabe exatamente o que quer”, você geralmente está limitando as possibilidades que estão disponíveis energeticamente para você. Esta nova realidade que você está procurando, seja um trabalho, um relacionamento ou melhor saúde, contém muitos elementos que você desconhece. Muitas vezes, você pensa que o que você deseja é algo que você conhece (um bom trabalho, um parceiro amoroso), projetado no futuro. Mas isto não é assim. O que você está fazendo realmente, ao criar uma nova realidade, é ir para fora dos seus próprios limites psicológicos. E você não pode saber agora o que existe além destes limites.

Você pode perceber muito claramente que existe algo muito desejado ali, mas você não precisa limitá-lo, focalizando-o ou visualizando-o. Você pode simplesmente aguardá-lo com um sentimento de abertura e curiosidade.

Realmente, para criar a realidade mais desejável para você, a auto-aceitação é muito mais importante do que focalizar os seus pensamentos ou a sua vontade. Você não pode criar algo que você não é. Você pode recitar mantras milhares de vezes e criar muitas imagens positivas em sua mente, mas enquanto elas não refletirem o que você realmente sente (por exemplo: raiva, depressão, intranqüilidade), elas não criarão nada além de dúvida e confusão (“Estou trabalhando duro, mas nada acontece”).

A auto-aceitação é uma forma de amor. O amor é o maior imã para as mudanças positivas em sua vida. Se você se amar e se aceitar pelo que você é, atrairá circunstâncias e pessoas que refletirão o seu amor próprio. É simples assim.

Sinta sua própria energia, todos os seus sentimentos. Sinta o quanto você é belo e sincero neste momento, em todas as suas lutas e tristezas. Você É lindo, com todas as suas “imperfeições” e “falhas”. E essa é a única conscientização que conta. Abrace aquele que você é, relaxe consigo mesmo; talvez até olhe para os “seus inúmeros defeitos” com senso de humor. A perfeição não é uma opção que você conhece. É apenas uma ilusão. Criar sua realidade a partir do coração é reconhecer a sua Luz, aqui e agora. Ao reconhecê-la, ao se tornar consciente dela, você está semeando uma semente que crescerá e tomará forma no nível físico.

Quando Deus os criou como almas individuais, Ela ,(1) não exerceu sua Vontade. Ela estava simplesmente sendo Ela mesma e, em algum momento, sentiu que existia algo “lá fora” que merecia ser explorado. Ela não sabia exatamente o que era, mas era algo que a fez realmente sentir-se um pouco como se estivesse se apaixonando. E Ela assumiu, sem dificuldade, que Ela merecia experienciar esta nova e convidativa realidade. Ela também estava um pouco apaixonada por Si Mesma.

E então, vocês tomaram forma como almas individuais e Deus começou a experimentar a vida através de vocês. Como tudo isto aconteceu - os detalhes do processo da criação - Deus realmente não se preocupou com isso. Ela simplesmente amou a Si Mesma e ficou aberta à mudança. E estes são, realmente, os únicos elementos requeridos para que vocês criem sua própria e perfeita realidade: amor próprio e disposição para se aventurarem no novo.

ADAPTANDO-SE A VIVER A PARTIR DO CORAÇÃO

Criar a partir do coração é mais poderoso e requer menos esforço do que criar a partir do ego. Você não precisa preocupar-se com detalhes; necessita apenas estar aberto a tudo o que existe, tanto interna como externamente. Com esta abertura, você pode, de vez em quando, sentir um certo puxão. Pode sentir-se atraído para determinadas coisas. Este puxão é, na verdade, o silencioso sussurro de seu coração; é a sua intuição. Quando você age a partir da intuição, você está sendo puxado, em vez de estar impulsionando. Você não age enquanto não sente, no nível interno, que é adequado agir.

Como você está muito acostumado a impulsionar - por exemplo, utilizando a sua vontade para criar as coisas - a mudança energética do ego ao coração é bem desafiadora para você. A mudança requer uma tremenda “desaceleração”. Para realmente entrar em contato com o fluxo da sua intuição, você tem que fazer um esforço consciente para “não fazer”, para deixar que tudo seja. Isto se opõe a muito daquilo que lhe ensinaram e a que você está acostumado. Você está muito mais habituado a basear as suas ações nos pensamentos e na força de vontade. Você deixa que os seus pensamentos determinem as suas metas e usa a sua vontade para realizá-las. Isto é totalmente o oposto da criação a partir do coração.

Quando você vive a partir do coração, você escuta o seu coração e depois age de acordo com ele. Você não pensa; você escuta, com uma consciência alerta e aberta, o que o seu coração lhe diz. O coração fala através dos seus sentimentos, não através da sua mente. A voz de seu coração pode ser ouvida melhor, quando você se sente tranqüilo, relaxado e assentado.

O coração mostra-lhe o caminho para a realidade mais amorosa e alegre para você neste momento. Seus sussurros e sugestões não estão baseados no pensamento racional. Você pode reconhecer a voz do coração por sua delicadeza e pelo toque de alegria existente nela. A delicadeza existe porque o coração não impõe; não existem condições vinculadas às suas sugestões. Seu “eu- coração” não está amarrado às suas decisões e ele o ama, faça você o que fizer.

Viver a partir do coração não significa que você se torna passivo ou letárgico. Deixar que as coisas sejam, sem rotulá-las de certas ou erradas, sem empurrá-las para um lado ao invés de para o outro, requer muita força. É a força de estar totalmente presente, de enfrentar tudo o que existe e apenas observar. Você pode sentir-se vazio, ou deprimido, ou nervoso, mas não procura afastar estas coisas. Tudo o que você faz é envolvê-las com a sua consciência.

Você não compreende o verdadeiro poder da sua consciência. A sua consciência é feita de Luz. Quando você sustenta algo na sua consciência, há uma mudança por causa disso. Sua consciência é uma força curadora, se você não a limita com seu pensamento e seu vício de “fazer”.

Sua vida está ocupada pela ditadura da mente e da vontade, a primazia do pensar e do fazer. Observe que tanto a mente quanto a vontade trabalham com regras gerais. Existem regras gerais de pensamento lógico: são as regras da lógica. Existem estratégias gerais para transformar o pensamento em matéria; são as regras de “administração do projeto”. Mas são todos princípios gerais. As linhas gerais e as regras gerais sempre têm um componente mecânico. Elas são aplicáveis a todos ou à maioria dos casos individuais, senão seriam de pouca utilidade.

Agora, a intuição trabalha de maneira muito diferente. A intuição ajusta-se sempre a uma pessoa, em um momento particular. É altamente individualista. Portanto, não pode estar sujeita a uma análise racional ou a regras gerais. Portanto, viver e agir de acordo com a sua intuição exige um elevado nível de confiança, porque suas escolhas são baseadas somente no que você sente que é correto, e não naquilo que as regras de outras pessoas dizem que é correto.

Assim, viver a partir do coração não só exige que você libere o hábito de usar excessivamente sua mente e o poder de sua vontade, mas também o desafia a verdadeiramente confiar em si mesmo.

Levará algum tempo para você aprender a escutar o seu coração, a confiar nas suas mensagens e agir de acordo com elas. Mas quanto mais você fizer isso, mais vai entender que é somente entregando suas preocupações e dúvidas à sabedoria de seu próprio coração, que você vai encontrar a paz interior.

Quando você seguir por este caminho e entrar no terceiro estágio da transformação do ego para coração, você encontrará a paz interior pela primeira vez. Você perceberá que a ânsia de controlar a realidade através do pensamento e da vontade é que o deixa inquieto e ansioso.

Quando você libera o controle, você permite que a magia da vida se desenvolva. Tudo o que você precisa fazer é escutar - estar alerta ao que está acontecendo em sua vida, aos sentimentos que você tem em relação a outras pessoas, aos sonhos e desejos que você tem. Quando você está alerta ao que está acontecendo dentro de você, a realidade lhe provê de toda a informação que você precisa para agir adequadamente.

Por exemplo, você pode estar consciente de um desejo em seu coração por uma relação amorosa, na qual você se comunica verdadeiramente com o outro. Se você simplesmente perceber e aceitar este desejo, sem procurar fazer algo a respeito dele, você ficará assombrado com a forma pela qual o Universo responderá a isso. Sem forçar nenhuma conclusão, apenas sustentando o desejo na Luz da sua consciência, o seu chamado será escutado e respondido.

Pode levar mais tempo do que você espera, porque existem mudanças energéticas que precisam ocorrer antes que certos desejos possam ser satisfeitos. Mas você é o mestre, o criador da sua realidade energética. Se você criá-la a partir do medo, a realidade responderá de acordo com ele. Se você criá-la com confiança e entrega, você receberá tudo o que deseja e mais.

(1)N.T:- Ao ser questionada sobre o tratamento de Deus no feminino, neste parágrafo e no próximo, Pamela responde: “Eu me refiro a Deus, tanto como ‘Ele’ quanto como ‘Ela’, simplesmente para chamar a atenção para o fato de que Deus é ambos - masculino e feminino.”.

Tradução para o português: Vera Corrêa.

© Pamela Kribbe

Direitos Autorais Pamela Kribbe - A permissão é concedida para cópia e distribuição deste artigo na condição de que o endereço 
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Niente


 Quem sou eu?
Vazio.........
Esta é a resposta para o que posso definir por ser eu.
Neste momento o vazio confortante do silencio me parece um delicioso colchão de algodão fofinho.
Sem perguntas e sem respostas este sou eu agora.
Não tenho nenhum estimulo de sentimento quaisquer.
A raiva o ódio o amor, são neste maravilhoso momento parte de um desconhecido jogo de sentimentos.
Vazio como o descer de um poço sem fundo, deixando-me levar pela gravidade que dá ao meu corpo o sentido que ela desejar.
Sinto-a velozmente sugando para este corpo sem valor.
Vazio acompanhado pelo colo quente e tão cheio de amor daquela que me acompanha e me vigia nesta jornada oca do meu eu.
Sou agora um vazio .
Que venha o  descobrir neste momento os objetos de estudos deste  vazio.
Vazio, e mesmo neste vazio agoniante em que me encontro, sinto o prazer de aprender e viver experiências o confortável afago a presença de meu eu.
Vazio e aprendendo....


domingo, 6 de janeiro de 2013

BEVACASHÁ

Por ser  absurdamente  imprevisível,posso me camuflar em todos os momentos,permitindo ser  o que precisam que eu seja .
Poucos precisam de meu eu  realmente.

Arrepios me sobem pela espinha só de pensar na capacidade de poder ser que muitos creem que eu seja.
Assim sendo eu e muitos,não encontraram o ponto de equiparação social para o que sou.
Sou o insano que  fala demais  para  poder ir cada vez mais perto de  quem  precisar desta  paz.
Paz que para muitos é confusa e insana, paz que perturba quem não precisa e para quem de carece, paz que satisfaz.

Sou antes de tudo a incógnita revoltante na mente daqueles que precisam me classificar. 
Sou  o ponto  que não conecta sou o imperfeito tosco e original eu.

Não tenho nem terei  a beleza da formalidade,se em mesmo ambiente tiver quem de mim precise de meu eu selvagem de verdade.
Infelizmente ainda não encontrei tal ambiente.
onde haja pessoas sendo elas  livremente.

Sei em mim onde habita a  silenciosa opressão.
Que tenta emudecer sem sucesso o pedido do coração
Por muitas vezes eu tentei ser  formal tentei ser normal

Um amor pede clemencia e solicita para o  irmão ao lado imediata  assistência.
Por muitas vezes  em que  por mim este pedido  é negado
sinto o  inútil de minha forma matéria.
Não posso  utilizar deste magnifico instrumento humano
para auxiliar a aqueles de quem  escuto o clamo?
Para que sirvo  se não posso ajudar a quem amo?.

A consciência matéria nem de perto consciência das ações de  grande energia momento que  a consciência energia tem.(Este corpo não tem toda  consciencia do que esta energia é capaz de  ser).

E aqui no meio campo entre energia e matéria posso dizer claramente.

Deixa eu ser  eu?
Pouco tempo eu posso desfrutar  o poder de libertar-me  para este mundo em que vocês habitam.

Eu não peço muito , nada mais que  um minimo respeito.
Posso explicar que mesmo que  seja impróprio para a sua analise e mesmo inapropriado para a situação,
Ser o que  preciso ser da maneira explicita ou não, não  é  uma escolha minha nem  a  primeira opção.

O constrangimento que  causo  por  tanta explicicidade, serve para que tenhas todas as ferramentas de analise
espaço  para questionamentos e sugestões, espero que  possam  nos auxiliar  a aperfeiçoar a maneira com que  tenho de  executar algumas tarefas; estou sempre  disposto a conversar sobre  os métodos aplicados.Quero e preciso que me auxiliem quem  estiver do meu lado.
A energia que  recebo é confusa  e constrangedora em muitas vezes pudemos perceber.
Entretanto é ai que  habita o motivo de  merecer poder conviver com pessoas mais equilibradas  para  com equilibrado as energias conviver .

Podem também afastar   ou deixar  bem claro aos   fracos e  sensíveis demais, o caminho em que estão trilhando ao se aproximar de mim ou de nós, o sofrimento fica mais   duro com o tempo se  for só suportar sem aprender, para  poder somente  ter.

Porem amados parceiros de  cotidiano, eu vos convoco e me auxiliar ser cada vez  mais eu nos momentos em que  o auxilio for explicito, eu preciso que me  auxiliem a  enviar-lhes sinais de que  um socorro imediato é solicitado, e mesmo que  eu  não  vá em seu socorro ele  irá  se acolher em  minha casa.

Que se, por vezes  algo de muito diferente eu tiver  efetuando, uma prece  fervorosa  por todo bem que sempre me assistiu, é o que peço.
Naquele momento estou sendo   exigido muito mais que minha  vontade ou   possibilidade de negar o labor executar.
É nesses momentos  em que  o tagerelismo que  conhecem tão bem, parece  contagiar  o ambiente, levando a todos  num torpor  de  chatisse  suportável pelo que esta sendo  falado.

Ahh bons amigos se  eu  pudesse  lhes dizer  e mostrar com  meus  olhos  o socorro que  peço  para ser logo  concluido o solicitado.

Rezo todos os dias para poder merecer  estar entre pessoas serenas que  não estejam gritando por dentro irradiando energia tão ostensiva que   sua simples presença  inicia o contágio, por vezes  estou ali  regurgitando suas energias  para  que  não seja ela tão  destrutiva ao ambiente.
Espero  a dadiva de merecer estar com pessoas que  estejam com o eu feliz por estarem  juntas  naqueel momento.
enquanto não encontrar ferramenta que me  leve  a este tempo momento, fico aqui obedecendo aos trabalhos  solicitados,sendo quem precisar ser   em  qualquer momento.
Camuflandome retomo o papel  de quem quer que e u sejam para que me deixem em  paz.

 Um ultimo aviso
 Eu sou  e sempre serei  o que sou para poder ser  ser o que  sempre quis ser, Livre de  qualquer outro desejo que não seja o aprender.

sábado, 22 de dezembro de 2012

ia gritar e descobri a musica


  • Eu Não Vou Desistir

Quando olho em seus olhos
É como assistir o céu noturno
Ou um belo amanhecer
Eles carregam tanta coisa
E como as estrelas antigas
Vejo que chegou tão longe
Para chegar aonde está
Qual a idade da sua alma?















Eu não vou desistir de nós
Mesmo que os céus fiquem severos
Estou te dando todo meu amor
Permaneço olhando para cima

E quando precisar de seu espaço
Para navegar um pouco
Eu estarei aqui pacientemente esperando
Para ver o que vai encontrar

Porque até as estrelas queimam
Algumas até mesmo caem sobre a Terra
Temos muito a aprender
Deus sabe que somos dignos
Não, não desistirei

Eu não quero ser alguém que vai embora tão facilmente
Estou aqui para ficar e fazer a diferença que eu posso fazer
Nossas diferenças fazem muito para nos ensinar como usar
As ferramentas, as habilidades que temos sim que temos muita coisa em jogo
E no fim, você ainda é minha amiga, pelo menos não fomos tendenciosos
Para funcionarmos, não quebramos, não queimamos
Tivemos de aprender a ceder Sem deixar o mundo ceder à pressão
Tive que aprender o que tenho e o que não sou
E quem sou

Eu não vou desistir de nós
Mesmo que os céus fiquem severos
Estou te dando todo meu amor
Permaneço olhando para cima

Eu não vou desistir de nós
Deus sabe, sou difícil, ele sabe
Temos muito a aprender
Deus sabe que merecemos

Eu não vou desistir de nós
Mesmo se os céus fiquem severos
Estou te dando todo meu amor
Permaneço olhando para cima~

http://www.youtube.com/watch?v=CyVTqb2yHQg&feature=share