terça-feira, 30 de dezembro de 2014
CADEIRAS 3 -Esclarecendo-
Fúria impulsiva, tinha nojo de qualquer som que levasse a sua lembrança.
Ela o odiava por tê-lo amado tanto e ter recebido tanto desprezo em troca.
Num gesto desesperado entre a raiva e a saudade a cicuta lhe foi a rápida solução.
Ele estava feliz!
Finalmente poderia viver livremente todos os sentimentos que sua vontade poderia querer.
Ele era dono de si mesmo.
Por toda vida seu recolhimento lhe fizera ser menos vivo do que hoje ele é.
Não há remorso ou rancor, ele entende que cada um faz suas escolhas e que as consequências são como forças de equilíbrio natural tudo esta como deve estar.
Ela foi convencida de que te uma missão de justiça. que deve alertar ao mundo sobre canalhas como ele que chega com todo sentimento bonito com toda força e beleza e esquece de mostrar que é um monstro quando esta nervoso.
Ela sabe que ele é ardiloso,mesquinho e cruel, que faz tudo do jeito dele que tudo sempre tem de girar em torno dele.
Ela agora o odeia muito mais do que ama.
Ela foi contaminada com a verdade que este é o único prazer que ela terá em sua vida. Odia-lo.
Ela já tentou e não conseguiu tirar sua imagem da cabeça.
Ela sofre com saudade e com o desprezo dele.
Ela quer entender por que ele lhe fora tão cruel,por que as juras de amor eterno se foram.
Porque seus sonhos não eram mais os dele. Porque ele não sentia sua falta com oela sentia a dele
Ela esta com ódio de si mesma e de seus porquês,ela odeia o dia em que um dia se deixou levar pelas promessas de ´´Estamos juntos para sempre´´que ele fizera para ela.
Quando ela me aparece sinto somente seu sofrimento e agonia, não sinto a raiva nem ódio que ela diz sentir dele.
Ela tem vergonha, por ser tão forte e se perder por um sentimento, ela é paz perdida em sofrer, ela só precisa entender para poder partir.
Ela precisa saber para voltar a sorrir.
Ela me escreve e descreve o que precisa ouvir e parar de sentir.
Posso sentir que sua alma carrega cicatrizes de diversas lapidações que o tempo lhe fizera.
Sinto que esta irmã precise apenas ser ouvida, ter seus questionamentos esclarecidos.
Ele agora pode ser tudo e nada, não tem mais a responsabilidade de cumprir rituais.
Ele snete a liberdade.
Convido Ele para ouvir o recados e questionamentos que tenho dela para ele.
Ele se mostra cordial ao receber o recado e se propõe a ouvi-lo.
ELE:
Antes de ler qualquer carta quero dizer que não sou tão feliz como parece.
Quero deixar claro que não foi só ela
que em mim um coração ainda de dor padece.
Não escolheria viver o amor que você me deu,os caminhos que você me abriu,os exemplos que você me trouxe, o espelho que você me refletiu.
Se fosse para ter o resultado que o hoje apresenta.
Sim sou feliz e honrado por tudo que você me ensinou e ensina.
Sim tenho vergonha de não conseguir chegar perto de você e não sentir raiva por todos os momentos ruins que tivemos juntos.
Sim ainda sinto o gosto ruim de me ver refletido em seu espelho.
Somo iguais onde eu estou lutando não ser
Sei que você esta aprendendo a lutar só que eu escolho não mais sofrer.
Fui incapaz de dizer que suas maneiras ostensivas me afastaram
Fui incapaz de dizer o que em você me afastava porque você era inteligente demais para me mostrar que eu era o errado.
Talvez você esteja certa e este fou um dos motivos de termo nos separado.
Você mesma me disse muitas vezes que eu estava dormindo.
Você estava certa.
E este é o grande problema você sempre acaba estando certa.
Longe de você eu percebo que eu também estava certa e muitas coisas.
E me afastar de você pode ter sido o errado para você mas para mim este foi o mais certo movimento que fiz.
Agora estou me fortalecendo não tenho tempo para você.
Sim assumo a crueldade e deixo o tempo cumprir a missão e me dar o reflexo desta ação,
agora estou feliz e se não se importa eu preciso ir me embora.
Esta conversa esta me deixando triste, esta não é minha necessidade.
Não sei o que você vai me escrever mas adianto.
Sim da minha maneira como você disse, da minha maneira eu ainda amo você.
quarta-feira, 10 de dezembro de 2014
A flor e a poesia
A flor do maracujá soh vive a espera de ser pinicada para gerar frutos...
Qdo ela não eh polinizada ela cai e seca. ... Ela é tão linda, cheirosa e excêntrica ... Agrada a vista, o olfato...
Todos os meus sentidos...
Será q ela precisa ser assim para que possa virar um maracujá?
Não sei se é egoísmo gosta da flor sem o fruto por todo esse efeito que ela causa... Penso que não, pq eh um prazer tomar um suco de maracujá.
A consciência de que toda essa beleza se transformou para q sua vida tivesse um novo sentido que a fizesse ir para dentro de um corpo maior e nutrisse este corpo com tudo que se preparou a vida toda,para doar, por amor ao ciclo da vida
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Reflexões
Falador passa mal
dominar inteiramente um assunto. Quem fala do que não
sabe diminui-se ante os demais. Evite, pois, que se forme
um pobre conceito de você, já que depois lhe custará
muito elevá-lo.
segunda-feira, 10 de novembro de 2014
TAMO JUNTO !
quarta-feira, 22 de outubro de 2014
A importância da amizade
A importância da amizade Quando a gente é criança, Não valoriza a amizade, Mas quando se cresce, Ela é essencial, É especial. Amizade antiga, recente, Amigos ausentes, Amizade que nunca se acaba, Que resiste a tudo. A todas as fofocas, A todas as piadinhas... Amizade é importante, Pelo menos para mim, Para alguns de vocês, Para a maioria de nós. Tantos segredos, De uma vida inteira, De uma infância passageira... Amigos de escola, Desde criança, Criança que não aprendeu ainda o que é amar. Criança que brinca sem malícias, Só por brincar, Para se divertir. Se vocês soubessem tudo que passei por vocês meus amigos! Quantas vezes chorei escondida, Sem ninguém ver, Me aconselhar, Só pensando na possibilidade Do destino nos separar, Como já está fazendo. Mas, antes nos preparando Para que entendamos, Mas não vamos entender nunca. Amizade é uma corrente que jamais se romperá
Autor desconhecido
terça-feira, 23 de setembro de 2014
domingo, 21 de setembro de 2014
Boson de Higs
maior acelerador de partículas do mundo, o Grande Colisor de Hádrons (LHC, na sigla em inglês), conseguiu o primeiro vislumbre dobóson de Higgs em ação. Também conhecido como Partícula de Deus, o bóson de Higgs é uma partícula crucial no estudo da física quântica – a ciência que estuda as coisas menores do que o átomo.
Por mais de 50 anos, essa partícula foi a peça que faltava para completar a teoria do Modelo Padrão da física, derivado do trabalho de Albert Einstein e seus sucessores no começo do século 20, e que abriu caminho para a física moderna. O experimento Atlas, do LHC, foi um dos detectores que ajudaram a descobrir a existência do bóson de Higgs em 2012.
Agora, segundo a New Scientist, os físicos dizem ter visto pares de partículas chamadas bósons W interagindo dentro do detector. O processo pode ser usado para testar como a partícula e o bóson de Higgs realmente funcionam. Apesquisa será publicada no periódico Physical Review Letters.
Segundo Marc-André Pleier, do Brookhaven National Laboratory, o processo é necessário porque os físicos sabem muito sobre a partícula, mas nunca a viram interagir. Segundo a teoria, o bóson de Higgs deu massa à matéria expelida pelo Big Bang há 14 bilhões de anos, o que permitiu o surgimento de tudo o que existe no cosmos. Segundo Peter Higgs, que sugeriu a existência do bóson de Higgs, todas as partículas não possuíam massa e eram iguais logo após a grande explosão que deu origem ao universo.
Conforme o cosmos esfriou, um campo de força invisível, o “campo de Higgs”, se formou com seus respectivos bósons (um tipo de partícula subatômica). Esse campo permanece no cosmos e qualquer partícula que interaja com ele recebe uma massa através dos bósons. Quanto mais interagem, mais pesadas se tornam. As partículas que não interagem permanecem sem massa. Portanto, as partículas só conseguiram ganhar massa devido ao bóson de Higgs.
Conexões
Modelo para estabilidade de Redes cerebrais
Inúmeros sistemas da natureza funcionam em rede. E mais que isso: quase sempre as redes não são isoladas, mas interagem com outras redes, formando assim redes de redes. Observamos esse tipo de recursividade, por exemplo, no cérebro humano, onde certas redes de neurônios precisam trabalhar em conjunto para conciliar todas as atividades de que o órgão se encarrega. A rede para a visão, por exemplo, precisa estar em sintonia com a rede para a audição, a fim de que o cérebro faça a correlação correta entre os diversos sentidos.
Isso é tão óbvio quanto misterioso, pois os pesquisadores que estudam redes constatam que a conexão aleatória entre elas pode facilmente levar a falhas abruptas. "Esse achado revela um paradoxo intrigante", escrevem Saulo D. S. Reis, físico da Universidade Federal do Ceará, e seus colegas, em artigo publicado online pela "Nature Physics" no dia 14 de setembro. "Se os sistemas naturais se organizam em redes interconectadas, como eles podem ser tão estáveis?"
Essa foi a pergunta que eles se propuseram a responder, e ao que tudo indica eles obtiveram sucesso. Ao investigar a estabilidade de redes, eles descobriram a importância da relação entre a estrutura interna de uma rede e seu padrão de conexão a outras redes.
"Se as interconexões são estabelecidas via 'hubs' das redes, ou seja, se há redes dedicadas a transmitir informação entre um grande número de redes e se as conexões entre as redes são moderadamente convergentes, o sistema de redes é estável e robusto contra falhas", apontam os cientistas.
No trabalho, que conta com a participação de outros dois pesquisadores da Federal do Ceará, José Soares Andrade Jr. e Hernán Makse, além de cientistas da Argentina e da Espanha, essa forma de interconexão é testada em dois experimentos independentes de redes cerebrais funcionais (uma em estados de repouso e outro executando tarefas). O resultado é que, de fato, as redes cerebrais são conectadas de modo que a estabilidade é maximizada, consistente com o que é descrito pela teoria.
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Salvador Nogueira
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Luz sei
Você não precisa ser um grande fã dos Rolling Stones para já ter ouvido a música “Simpathy for the Devil” alguma vez na vida. Talvez você só nunca tenha analisado a letra e, se esse é o caso, a gente já começa dando uma ajudazinha.
Os primeiros versos já vão apresentando quem é o cara: “Eu estava por perto quando Jesus Cristo teve seu momento de dúvida e dor, certifiquei-me de que Pilatos lavasse suas mãos e selasse seu destino”, “gritei alto ‘quem matou os Kennedys?’ quando, no final das contas, fui eu e você”, “prazer em conhecê-lo, espero que tenha adivinhado meu nome”.
No início da letra, o “por favor, permita que eu me apresente: sou um homem de riquezas e bom gosto; estive por aí por muitos, muitos anos, roubei a alma e a fé de muitos homens” já deixa claro que Mick Jagger está cantando uma música sobre ele, o coisa ruim, o tinhoso, o cão, o demônio, o anjo do mal, o diabo: Lúcifer.
Lúcifer: quem é? Onde vive? De que se alimenta?
A palavra Lúcifer significa “Portador da Luz” e foi usada como termo genérico para se referir a Vênus. Ao longo da História, Lúcifer foi o nome utilizado para, como na música acima, falar a respeito do “coisa ruim”. Em Isaías 14:12 há o trecho “Como caíste desde o céu, ó Lúcifer, filho da alva!”. O trecho pode nos fazer entender que, de fato, Lúcifer é o “anjo caído”, como também é conhecido.
Na verdade, no mesmo livro, um pouco antes, em 12:4, há o começo da passagem: “Então proferirás este provérbio contra o rei de Babilônia”, sendo que o final da passagem, em 14:22, conclui: “Porque me levantarei contra eles, diz o Senhor dos Exércitos, e extirparei de Babilônia o nome, e os sobreviventes, o filho e o neto, diz o Senhor”.
Ou seja: no Antigo Testamento, Lúcifer se refere a um determinado Rei da Babilônia, que é considerado, no cristianismo, uma metáfora para o Príncipe do Mal. No cristianismo, Lúcifer não é o nome do demônio; na verdade, o uso de “Portador da Luz” tem a ver com Vênus, que some durante o dia.
A questão é que a Bíblia é um grande livro de metáforas que são interpretadas ao pé da letra, e o demônio, propriamente dito, não é chamado de Lúcifer em momento algum no livro – pelo contrário: em Pedro 1:19, a palavra Lúcifer é utilizada para se referir a Jesus, sabia?
Vários nomes para o mal
A questão é que a humanidade dá nome às coisas desde que o mundo é mundo. Quando o assunto envolve o imaginário maligno que seria capaz de explicar algumas fatalidades, a variedade de nomenclaturas é realmente grande, principalmente se levarmos em consideração períodos históricos e crenças religiosas diferentes.
DYBBUK: essa é uma figura do mal para a cultura judia. Trata-se do espírito de um pecador que, de vez em quando, decide invadir o corpo de algumas pessoas. A vítima pode demorar algum tempo para perceber que está com o Dybbuk no corpo, mas, assim que a alma demoníaca se manifesta, o “hospedeiro” vai viver alguns dias de sofrimento.
Os judeus acreditam que esse espírito maligno só invade corpos de pessoas pecadoras, o que sustentaria o argumento de que é preciso “andar na linha” para evitar ser possuído pelo demônio.
RAKSHASA: tanto no budismo quanto no hinduísmo há quem sinta medo de Rakshasa, que são demônios raivosos capazes de mudar de forma, criar ilusões e fazer uma espécie de “magia do mal”. Esse demônio tem garras ou unhas tóxicas, que usa para capturar as pessoas que devora.
Rakshasas podem aparecer de diferentes maneiras: feios, bonitos, de “carne e osso” ou só em espírito, além de existirem em formas animais. O rei Ravana era o pior Rakshasa, conhecido por ter pelo menos dez faces, doze braços e muita destreza.
DJINNI: textos da cultura islâmica se referem a Djinni como um grupo de demônios de uma raça diferente da humana. São seres que vivem em uma realidade paralela à nossa. Essas criaturas são formadas de fogo e fumaça e são as únicas, além dos humanos, a receberem de Alá o livre arbítrio. São capazes de agirem com benevolência, neutralidade ou maldade, portanto.
Para o islamismo, o demônio-mor era originalmente um Djinni chamado Iblis, que se recusou a se curvar para Adão e acabou sendo expulso do paraíso. Entre outros Djinnis famosos estão os Ifrits, que são criaturas malignas imunes às armas humanas. Esse tipo de demônio foi usado como referência em alguns episódios da quinta temporada de True Blood.
ABADDON: textos do judaísmo tradicional usam a palavra como um sinônimo de “destruição”, mas alguns textos mais modernos já associam a palavra a um ser do mal, temido por ter muito poder. Algumas versões do demônio o colocam como uma nova versão do anjo Muriel, que reuniu a poeira para criar Adão.
Ao que tudo indica, porém, a característica de anjo teve fim, afinal algumas descrições falam dele como uma figura maligna em um trono de vermes, comandando um exército de gafanhotos em forma de cavalos com rostos humanos e rabos de escorpião.
HADES: para a mitologia grega, Hades era o deus sombrio, das profundezas, cuja influência imperava no reino dos mortos, um lugar de luto e eterna tristeza. O nome de Hades era raramente dito em voz alta, pois as pessoas tinham muito medo do que ele poderia atrair.
O mundo de Hades era dividido em várias partes, sendo que a primeira era o Érebo, uma “sala de espera” para as almas que ainda não tinham sido julgadas, e havia também o Tártaro, uma prisão de titãs. Hades era quem julgava todas as almas e decidia o destino eterno de cada uma delas.
O deus sombrio da mitologia grega tinha um cão de guarda, Cérbero, um cachorro de três cabeças e cauda de dragão. Hades tinha um capacete que o protegia dos olhares alheios.
PISHACHA: que nome, hein! Acontece que, apesar da forma como é chamado, eis um demônio bastante temido nas religiões orientais. Geralmente se manifesta pelo espírito de uma pessoa que cometeu adultério, estupro ou outros crimes semelhantes. Os Pishachas podem mudar de forma e ficar invisíveis, além, é claro, de possuir humanos e sugar suas almas.
Os textos que descrevem esse demônio parecem concordar em dar um enfoque realmente sombrio às características dessa besta: é um humanoide com um tom de pele tão escuro quanto um vidro vulcânico, olhos vermelhos e veias saltadas cobrindo seus corpos. Medo.
O pacto do sacerdote francês
Entre os pactos mais famosos feitos com o tinhoso – não, não é o da Xuxa – está o do padre Urbain Granadier, um francês católico que resolveu negociar a própria alma com o capeta. Quando a traição foi descoberta, padre Urbain foi queimado na fogueira – ah, a justiça divina...
Ignorando todos os preceitos da Igreja Católica, Urbain não era um adepto do celibato e, inclusive, era famoso por ser “pegador”. Em 1632 um grupo de freiras acusou o padre de tê-las enfeitiçado, facilitando o acesso a alguns deuses malignos, que abusaram das religiosas.
Em seu julgamento Urbain foi torturado até confessar que havia assinado um pacto com diversos demônios. O pacto em si, que você vê na imagem acima, foi escrito em latim de trás para frente e tem, inclusive, a assinatura do próprio Satã. A seguir, leia a tradução do pacto:
“Nós, o influente Lúcifer, o jovem Satã, Belzebu, Leviatã, Elimi e Astaroth, juntos com os outros, aceitamos hoje o pacto de Urbain Grandier, que é nosso. A ele nós prometemos o amor das mulheres, as flores das virgens, o respeito dos monarcas, honras, luxúria e poder.
Ele vai se prostituir durante três dias, e vai gostar da farra. Uma vez ao ano ele deverá nos oferecer um selo de sangue, todas as coisas santas da igreja deverão ser pisadas por ele e ele vai perguntar a nós muitas questões. Com este pacto ele vai viver feliz por 20 anos na terra dos homens, e mais tarde vai se juntar a nós para pecar contra Deus.
Selado no inferno, no conselho dos demônios.
Lúcifer Belzebu Satã
Astaroth Leviatã Elimi
Selado pelo Diabo, o próprio; e os demônios, príncipes do Senhor”.
***
E aí, você já conhecia esses demônios todos? É claro que a História da humanidade é cheia de diferentes representações malignas e seria difícil listar todas elas. Se você se lembra de mais alguma, conte para a gente nos comentários!
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