sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Carnaval

 carnaval é a festa popular mais celebrada no Brasil e que, ao longo do tempo, tornou-se elemento da cultura nacional. Porém, o carnaval não é uma invenção brasileira nem tampouco realizado apenas neste país. AHistória do Carnaval remonta à Antiguidade, tanto na Mesopotâmia quanto na Grécia e em Roma.

palavra carnaval é originária do latim, carnis levale, cujo significado é retirar a carne. O significado está relacionado com o jejum que deveria ser realizado durante a quaresma e também com o controle dos prazeres mundanos. Isso demonstra uma tentativa da Igreja Católica de enquadrar uma festa pagã.

Na antiga Babilônia, duas festas possivelmente originaram o que conhecemos como carnaval. As Saceias eram uma festa em que um prisioneiro assumia durante alguns dias a figura do rei, vestindo-se como ele, alimentando-se da mesma forma e dormindo com suas esposas. Ao final, o prisioneiro era chicoteado e depois enforcado ou empalado.

O outro rito era realizado pelo rei nos dias que antecediam o equinócio da primavera, período de comemoração do ano novo na região. O ritual ocorria no templo de Marduk, um dos primeiros deuses mesopotâmicos, onde o rei perdia seus emblemas de poder e era surrado na frente da estátua de Marduk. Essa humilhação servia para demonstrar a submissão do rei à divindade. Em seguida, ele novamente assumia o trono.

O que havia de comum nas duas festas e que está ligado ao carnaval era o caráter desubversão de papéis sociais: a transformação temporária do prisioneiro em rei e a humilhação do rei frente ao deus. Possivelmente a subversão de papeis sociais no carnaval, como os homens vestirem-se de mulheres e vice-versa, pode encontrar suas origens nessa tradição mesopotâmica.

As associações entre o carnaval e as orgias podem ainda se relacionar às festas de origem greco-romana, como os bacanais (festas dionisíacas, para os gregos). Seriam festas dedicadas ao deus do vinho, Baco (ou Dionísio, para os gregos), marcadas pela embriaguez e pela entrega aos prazeres da carne.

Havia ainda em Roma as Saturnálias e as Lupercálias. As primeiras ocorriam no solstício de inverno, em dezembro, e as segundas, em fevereiro, que seria o mês das divindades infernais, mas também das purificações. Tais festas duravam dias com comidas, bebidas e danças. Os papeis sociais também eram invertidos temporariamente, com os escravos colocando-se nos locais de seus senhores, e estes colocando-se no papel de escravos.

Mas tais festas eram pagãs. Com o fortalecimento de seu poder, a Igreja não via com bons olhos as festas. Nessa concepção do cristianismo, havia a crítica da inversão das posições sociais, pois, para a Igreja, ao inverter os papéis de cada um na sociedade, invertia-se também a relação entre Deus e o demônio.


Ilustração medieval simbolizando um carnaval do período

A Igreja Católica buscou então enquadrar tais comemorações. A partir do século VIII, com a criação da quaresma, tais festas passaram a ser realizadas nos dias anteriores ao período religioso. A Igreja pretendia, dessa forma, manter uma data para as pessoas cometerem seus excessos, antes do período da severidade religiosa.

Durante os carnavais medievais por volta do século XI, no período fértil para a agricultura, homens jovens que se fantasiavam de mulheres saíam nas ruas e campos durante algumas noites. Diziam-se habitantes da fronteira do mundo dos vivos e dos mortos e invadiam os domicílios, com a aceitação dos que lá habitavam, fartando-se com comidas e bebidas, e também com os beijos das jovens das casas.

Durante o Renascimento, nas cidades italianas, surgia a commedia dell'arte, teatros improvisados cuja popularidade ocorreu até o século XVIII. Em Florença, canções foram criadas para acompanhar os desfiles, que contavam ainda com carros decorados, ostrionfi. Em Roma e Veneza, os participantes usavam a bauta, uma capa com capuz negro que encobria ombros e cabeça, além de chapéus de três pontas e uma máscara branca.

A história do carnaval no Brasil iniciou-se no período colonial. Uma das primeiras manifestações carnavalescas foi o entrudo, uma festa de origem portuguesa que na colônia era praticada pelos escravos. Depois surgiram os cordões e ranchos, as festas de salão, os corsos e as escolas de samba. Afoxés, frevos e maracatus também passaram a fazer parte da tradição cultural carnavalesca brasileira. Marchinhas, sambas e outros gêneros musicais também foram incorporados à maior manifestação cultural do Brasil

domingo, 27 de dezembro de 2015

E então te conheci.

Depois de viver o amor intenso e acreditar que era para sempre, percebi que de utopia também se vive.
Depois de não querer nada mais além de amar a mim mesmo,conheci a forma mais doentia do ego.
Depois de aprender a não sofrer  pelas dores do passado,conheci o viver presente e a espetacular incerteza do viver futuro.
E depois de muito auto amor percebi que a vida estava enfadonha.

E então  te conheci.
 E  pude perceber, tudo que vivi,de bom ou ruim,foram preparacoes para te receber,lapidacoes e pdançar pilimentos para seu eu merecedor de teu ser.

Hoje posso dizer que 11anos de estudos se tornaram produtivos depois que te conheci.

E pude perceber que é realidade o que dizem os místicos e gurus, está tudo certo!.

Agora depois que te conheci tudo,exatamente tudo que vivi faz sentido.


Por este agora, por este presente que fez das dores do passado,não mais sofrimento, e sim as ferramentas que me prepararam para me preparar para você.
Se estou ou não pronto não sei dizer,só sei que tá tudo certo,e depois que te conheci, o futuro nao mais me assusta, já tenho neste presente tudo que precisava para viver o aqui.
E entao,depois que te conheci,renasci.

domingo, 18 de outubro de 2015

COMUNICARTE

Deparei com uns aritgos interessantes sobre comunicação e  coloco aqui uma series de dicas de comunicação.
a fonte é :http://slideplayer.com.br/slide/2344129/
http://teamer.com

Comunicar-se com qualidade  Seja Objetivo. Fale somente o que realmente importa na mensagem. Segundo: Seja Claro. A falta de clareza compromete os resultados. Terceiro: Seja Preciso. Compare, cite prazos exatos, defina as metas categoricamente.


Dicas :

 1 Abstenha-se de julgamento em uma comunicação; Admita que o outro tenha seus valores, crenças ou pensamentos diferentes dos seus; Crie condições para que a pessoa possa expressar suas ideias, sentimentos, valores e atitudes.

 2 Absorva o marco de referência do outro e analise seus comportamentos, comunicações e valores por este ângulo; Procure acompanhar as linhas de pensamento do outro e não mude seu rumo por inclinações ou necessidades próprias; Procure perceber a realidade como o outro a percebe, à partir de suas preocupações específicas, medos e preconceitos. Procure colocar-se no lugar da outra pessoa, inclusive recordando-se de experiências e situações semelhantes.



Dicas para melhorar a comunicação
1 Não pense no que vai responder enquanto o outro fala; Mantenha uma atitude atenta e calma; Procure fazer com que sua comunicação, tanto verbal como não verbal, assegure ao outro que você está atento;
2 Depois de fazer uma pergunta é importante silenciar.
 Se o outro não responder de imediato, evite o impulso de preencher o silêncio com seus comentários. Dê-lhe a oportunidade de pensar sobre a pergunta; Não interrompa para retificar o que o outro está dizendo, mesmo que você não concorde com o que ele diz; Não contradiga o que o outro está dizendo por considerar conhecido, desconhecido ou trivial.
 LEMBRE-SE:comunicação não é o que se diz e sim o que o interlocutor entende

terça-feira, 16 de junho de 2015

Coisas da Gi Conecte se

Em uma forte análise Raquelzinha traz para nós um pensamento sobre as mídias sociais.

É interessante observar a necessidade das pessoas colocarem tudo no facebook... Coisas tão pessoais

Penso ser a ação decorrente da falta de amor-próprio que gera uma carência, que buscam fora o alimento pra nutrir essa fadiga energética,a falta de algo que só pode vir de dentro.
A luz da aceitação do outro como ele é, liberta a necessidade de críticas,que criam sombras sobre a essência só ser.
É possível detectar na fala da pessoa aonde ela demonstra que a luz ou a sombra se manifestam
Enaltecer e valorizar os pontos positivos, e auxiliar a pessoa através da auto-avaliacao a se dar conta da sua sombra
E compreender, se perdoar, ter compaixão por si, respeitar e acolher a sua sombra... Pra que haja transmutaçao e libertação.
Especial levar à pessoa a compreensão de que a história, o roteiro pelo qual ela passou pouco importa, no sentido de "não é pessoal"
É assim que esse planeta funciona... É a forma que o espírito tem de se manifestar para se comunicar nossa alma. Ele utiliza as ferramentas do corpo e da mente para se manifestar e nos "intuir, demonstrar, e as vezes escancarar" o que precisamos aprender com essa experiência estar vivo,pensar refletir e espelhar o outro e si.

Coisas da Gi Conecte se

Em uma forte análise Raquelzinha traz para nós um pensamento sobre as mídias sociais.

É interessante observar a necessidade das pessoas colocarem tudo no facebook... Coisas tão pessoais

Penso ser a ação decorrente da falta de amor-próprio que gera uma carência, que buscam fora o alimento pra nutrir essa fadiga energética,a falta de algo que só pode vir de dentro.
A luz da aceitação do outro como ele é, liberta a necessidade de críticas,que criam sombras sobre a essência só ser.
É possível detectar na fala da pessoa aonde ela demonstra que a luz ou a sombra se manifestam
Enaltecer e valorizar os pontos positivos, e auxiliar a pessoa através da auto-avaliacao a se dar conta da sua sombra
E compreender, se perdoar, ter compaixão por si, respeitar e acolher a sua sombra... Pra que haja transmutaçao e libertação.
Especial levar à pessoa a compreensão de que a história, o roteiro pelo qual ela passou pouco importa, no sentido de "não é pessoal"
É assim que esse planeta funciona... É a forma que o espírito tem de se manifestar para se comunicar nossa alma. Ele utiliza as ferramentas do corpo e da mente para se manifestar e nos "intuir, demonstrar, e as vezes escancarar" o que precisamos aprender com essa experiência estar vivo,pensar refletir e espelhar o outro e si.

Coisas da Gi Conecte se

Em uma forte análise Raquelzinha traz para nós um pensamento sobre as mídias sociais.

É interessante observar a necessidade das pessoas colocarem tudo no facebook... Coisas tão pessoais

Penso ser a ação decorrente da falta de amor-próprio que gera uma carência, que buscam fora o alimento pra nutrir essa fadiga energética,a falta de algo que só pode vir de dentro.
A luz da aceitação do outro como ele é, liberta a necessidade de críticas,que criam sombras sobre a essência só ser.
É possível detectar na fala da pessoa aonde ela demonstra que a luz ou a sombra se manifestam
Enaltecer e valorizar os pontos positivos, e auxiliar a pessoa através da auto-avaliacao a se dar conta da sua sombra
E compreender, se perdoar, ter compaixão por si, respeitar e acolher a sua sombra... Pra que haja transmutaçao e libertação.
Especial levar à pessoa a compreensão de que a história, o roteiro pelo qual ela passou pouco importa, no sentido de "não é pessoal"
É assim que esse planeta funciona... É a forma que o espírito tem de se manifestar para se comunicar nossa alma. Ele utiliza as ferramentas do corpo e da mente para se manifestar e nos "intuir, demonstrar, e as vezes escancarar" o que precisamos aprender com essa experiência estar vivo,pensar refletir e espelhar o outro e si.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Fases da vida Humana 1a fase: encarnação

O CRESCIMENTO E O DESENVOLVIMENTO HUMANOS NA AURA.

Retirado do livro Mãos de luz,Título do original: Hands of Light.


Para versar sobre a extensão da experiência humana desde o nascimento até a morte, e além da morte, valer-me-ei dos recursos que me fornecem tanto a tradição psicológica quanto a tradição metafísica. 

Se a metafísica os perturba, façam-me a fineza de tomá-la por metáfora.

Encarnação
O processo da encarnação dura todo o espaço de uma vida.
Não é coisa que ocorre no nascimento e depois se acaba.
Para descrevê-la, precisamos empregar termos metafísicos.
A encarnação é o movimento orgânico da alma em que suas vibrações ou aspectos mais altos e mais finos são continuamente irradiados para baixo, através dos corpos áuricos mais finos, até os corpos áuricos mais densos, e dali, finalmente, até o corpo físico.
Em seu crescimento pela vida afora essas sucessivas energias são utilizadas pelo individuo.
Cada uma das fases principais da vida corresponde a vibrações novas e mais elevadas e à ativação de chakras diferentes.
Em cada fase, nova energia e nova consciência ficam à disposição da personalidade para a sua expansão.
Cada fase apresenta novas áreas de experiência e saber.
A essa luz, a vida está cheia de descobertas e desafios emocionantes para a alma.
O processo de encarnação é dirigido pelo eu superior.
Esse padrão de vida é mantido na sétima camada da aura, o nível ketérico padrão, um padrão dinâmico, que muda constantemente, à
medida que o indivíduo faz opções de livre-arbítrio no processo de viver e crescer.
À medida que ocorre o crescimento, o indivíduo abre sua capacidade de sustentar níveis mais elevados de vibrações, energias e consciência, que lhe atravessam os veículos, os corpos áuricos e os
chakras.
Dessarte, ele se aproveita de realidades cada vez maiores, à proporção que progride no caminho da vida.
Assim como cada individuo progride, assim progride também mais elevadas do que a anterior, de tal sorte que toda a humanidade se move em seu plano evolutivo no rumo de vibrações mais altas e de realidades dilatadas.
O princípio de progressão da raça humana é mencionado em muitos textos religiosos, como a Cabala, o Bhagavad Gita, os Upanishades e
outros.
O processo de encarnação antes da concepção foi descrito pela Sra.Blavatsky e, mais recentemente, por Alice Bailey, Phoebe Bendit e Eva Pierrakos.
De acordo com Pierrakos, a alma em vias de encarnar-se encontra-se com os guias espirituais a fim de planejar a vida que
haverá de seguir.
Nesse encontro, a alma e os guias ponderam sobre as tarefas que lhe incumbe realizar para o seu crescimento, no karma que precisa enfrentar e com o qual lhe é mister lidar, e nos sistemas de crenças negativas que lhe cumpre esclarecer por meio da experiência.
O trabalho da vida geralmente é mencionado com a tarefa da pessoa.
Por exemplo, a pessoa pode precisar desenvolver o espírito de liderança.
Ao entrar na vida física, ver-se-á em situações em que a liderança é uma questão-chave.
As circunstâncias, para cada pessoa, serão inteiramente diferentes, mas todas se concentram na liderança.
Uma pessoa pode nascer numa família em que a liderança é tradição, como uma longa linha de respeitáveis presidentes de companhias ou de líderes políticos, ao passo que outra pessoa nascerá numa
família em que a liderança não existe e na qual os líderes são vistos como autoridades negativas que devem ser postas abaixo ou contra as quais se faz necessária uma rebelião.
A tarefa da pessoa consiste em aprender a aceitar essa questão de forma equilibrada e confortável.
Segundo Eva Pierrakos, a dose de aconselhamento que uma alma recebe dos guias na determinação das futuras circunstâncias de vida depende da sua maturidade.
Escolhem-se os pais que proporcionarão a necessária experiência ambiental e física.
Tais escolhas determinam a mistura de energias que formarão finalmente o veículo físico em que a alma se encarnará
para realizar sua tarefa.
Tais energias, muito precisas, fornecem à alma o equipamento
necessário ao cumprimento da sua tarefa.
A alma aceita o encargo não só de uma tarefa pessoal de aprendizagem pessoal (como a liderança) mas também uma “tarefa mundial”, que implica uma dádiva para o mundo, O esquema é tão singular que, ao cumprir a tarefa pessoal, a pessoa se prepara para cumprir a mundial.
A tarefa pessoal liberta a alma, soltando energias que então são usadas na tarefa mundial.
No exemplo supramencionado sobre liderança, o individuo precisará aprender essa qualidade ou habilidade antes de assumir o papel de liderança no campo de trabalho que tiver escolhido.
Ele pode sentir-se intimidado pela extensa linha de antepassados que foram lideres brilhantes,ou sua reação a essa herança será de inspiração para prosseguir com a própria liderança.
Cada caso é diferente e muito pessoal, conforme a singularidade da alma que aqui veio aprender.
O plano de vida contém muitas realidades prováveis, que permite amplas escolhas de livre- arbítrio.
Entrelaçada nessa contextura de vida está a ação de causa e efeito. Criamos nossa própria realidade.
A criação, que emerge de muitas partes diferentes do nosso ser, nem sempre é fácil de compreender a partir de um simples nível de causa e efeito, embora muito da nossa experiência possa ser entendido por esse aspecto.
Você cria literalmente o que deseja.
O que deseja está contido na consciência, no inconsciente, no superconsciente e na consciência coletiva, forças criativas que se misturam para criar experiência em muitos níveis do nosso ser
à medida que progredimos pela vida afora, O que se denomina karma, no meu entender, é a lei de causa e efeito a longo prazo, e também de muitos níveis diferentes do nosso ser.
Assim, criamos a partir da fonte pessoal e da fonte grupal e,naturalmente, há grupos menores dentro de grupos maiores, todos emprestando sua contribuição à grande contextura de experiência da
vida criativa.
Desse ponto de vista, é fácil olhar para a riqueza da vida com o assombro de uma criança.
Após o “planejamento”, a alma entra num processo de perder aos poucos a consciência do mundo do espírito.
Por ocasião da concepção, forma-se um elo energético entre a alma e o ovo fertilizado.
Nesse momento também se forma um útero etérico, que protege a alma entrante de quaisquer outras influências que não sejam as maternas.
A proporção que o corpo cresce dentro da mãe, a alma, aos poucos, principia a sentir o seu “arrastamento” e, devagarzinho, liga-se conscientemente ao corpo.
A certa altura, de repente, a alma dá tento dessa conexão, e
um vigoroso lampejo de energia consciente desce ao corpo em formação.
A alma, então, volta a perder a consciência, e redesperta, a pouco e pouco, no físico, O vigoroso lampejo de consciência corresponde ao tempo dos primeiros movimentos do feto. 

  Título do original: Hands of Light 

A Guide to Healing Through the Human Energy Field 

Copyright © 1987 by Barbara Ann Brennan. 

Publicado mediante acordo com a Bantam Books, 

divisão do Bantam Doubleday Deli Publishing Group, Inc.



terça-feira, 26 de maio de 2015

Sentir nato

Abraham Maslow], professor de Harvard, comentou que todos os seres humanos nascem com um senso inato de valores pessoais positivos e negativos.
Somos atraídos por valores pessoais positivos tais como justiça, honestidade, verdade, beleza, humor, vigor, poder (mas não poder abusivo), ordem (mas não preciosismo ou perfeccionismo), inteligência (mas não convencimento ou arrogância).
Da mesma forma, somos repelidos por injustiça, morbidez, feiura, fraqueza, falsidade, engano, caos etc.
Maslow também declara que valores pessoais positivos são definíveis somente em termos de todos os outros valores pessoais positivos - em outras palavras, não podemos maximizar qualquer virtude e deixar que ela contenha quaisquer valores pessoais negativos sem repulsa.

Por exemplo, a beleza que está associada com o engano se torna repulsiva. A justiça associada com a crueldade é repulsiva.
Esta capacidade inata de sentir atração ou repulsão é o fundamento da moralidade - em outras palavras, sentimentos bem entendidos formam a capacidade interior com a qual nascemos para chegar ao que pensamos ser bom/mau e certo/errado.

Este ponto de vista contrasta agudamente com alguns ensinamentos extremistas de algumas religiões e ideais políticos, que querem estabelecer o que é moral
- que os humanos nascem num vácuo moral e que é somente a autoridade quem pode dizer aos seres humanos o que é certo e errado.
A exploração extremista dos sentimentos aumenta na medida em que os sentimentos não são apenas distinguidos, mas mesmo separados do pensamento crítico.

Algumas religiões, entretanto (algumas correntes atuais do cristianismo), acreditam que o ser humano nasce com princípios morais a ele inatos, e nele colocados porDeus.
E que a "imagem e semelhança" ao Deus criador, citada no livro de Gênesis daBíblia cristã, se referiria na verdade à imagem e semelhança moral a esse Deus criador, e não à aparência física do Deus cristão.
Chegando a uma conclusão próxima à deAbraham Maslow, porém não científica.

Os chakras e a fisica. parte1

A FUNÇÃO PSICOLÓGICA DOS SETE CHAKRAS.


Retirado do livro Mãos de luz,Título do original: Hands of Light 


NASCER.


À proporção que o ser humano amadurece e os chakras se desenvolvem, cada qual representa os padrões psicológicos que envolvem a vida do indivíduo.

Quase todos reagimos a experiências
desagradáveis obstruindo o sentimento e detendo grande quantidade do fluxo natural de energia.
Isso influi no desenvolvimento e na maturação dos chakras, do que resulta a inibição de uma função psicológica plenamente equilibrada.
Se uma criança, por exemplo, for rejeitada muitas vezes tentando dar amor a outrem, deixará provavelmente de tentá-lo, e buscará sustar os sentimentos interiores de amor, aos quais responde com atos.
Para fazê-lo, terá de suspender o fluxo de energia através do chakra do coração. Quando se interrompe ou desacelera o fluxo de energia que passa por esse chakra, compromete-se-lhe o desenvolvimento.
Por fim, é muito provável que de tudo isso resulte um problema de ordem
física.
O mesmo processo funciona no caso de todos os chakras.
Toda vez que uma pessoa obstrui uma
experiência que está tendo, seja ela qual for, obstrui, por sua vez, os seus chakras, os quais se acabam desfigurando.
Os chakras ficam “obstruídos”, atravancados de energia estagnada,
giram irregularmente, para trás (num movimento contrário ao dos ponteiros do relógio), e até,em caso de doença, ficam severamente distorcidos ou rasgados.
Quando os chakras funcionam normalmente, cada qual está “aberto” e gira na direção dos ponteiros do relógio, a fim de metabolizar as energias necessárias do campo universal.
Um giro no sentido dos ponteiros do relógio tira energia do Campo de Energia Universal (CEU) para o chakra, de maneira muito semelhante à da regra da mão direita no eletromagnetismo, segundo a qual um campo magnético mutável em tomo de um fio induzirá uma corrente naquele fio.
Segurando o fio com a mão direita, os dedos apontarão na direção do pólo magnético positivo.
O polegar, automaticamente, apontará na direção da corrente induzida.
Às mesmas regras funcionam no caso dos chakras.
Se você mantiver a mão direita sobre um chakra, de maneira que os dedos se enrolem no sentido dos ponteiros do relógio em torno da borda exterior do
chakra, seu polegar apontará para o corpo e na direção da “corrente”. Assim classificamos o chakra de “aberto” às energias que entram.
Ao contrário, se você enrolar os dedos da mão direita na direção contrária à dos ponteiros do relógio em tomo do chakra, o polegar apontará
para fora, na direção do fluxo da corrente. Quando o chakra gira num movimento contrário ao dos ponteiros do relógio, a corrente flui para fora do corpo e, desse modo, interfere no metabolismo.
Em outras palavras, as energias necessárias, e que experimentamos como realidade psicológica, não fluem para o chakra quando este gira no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio.
Nessas condições, classificamos o chakra de “fechado” às energias que
entram.
A maioria das pessoas que tenho observado tem três ou quatro chakras que giram na direção contrária à dos ponteiros do relógio em qualquer tempo. De ordinário, eles se abrem cada vez
mais em decorrência da terapêutica. Como os chakras não são apenas metabolizadores de energia, mas também dispositivos que sentem a energia, servem para falar-nos sobre o mundo que nos rodeia. Se “fecharmos” os chakras, não permitiremos que entre a informação.
Dessarte, quando fazemos nossos chakras fluírem no sentido oposto ao dos ponteiros do relógio, lançamos nossas energias para fora, para o mundo, sentimos o que é a energia que
lançamos para fora e dizemos que é o mundo.
Em psicologia, dá-se a isso o nome de projeção.
A realidade imaginada que projetamos sobre o mundo relaciona-se com a “imagem” do que
supúnhamos fosse o mundo através das nossas experiências infantis e através da mente da criança que éramos então. Como cada chakra está relacionado com uma função psicológica especifica, o que projetamos através de cada um deles estará dentro da área geral em que cada
qual funciona e será muito pessoal para nós, porque a experiência de vida de toda pessoa é única.
Assim, medindo o estado dos chakras, podemos determinar nossas atuais questões de vida a longo prazo.

Título do original: Hands of Light 

A Guide to Healing Through the Human Energy Field 

Copyright © 1987 by Barbara Ann Brennan. 

Publicado mediante acordo com a Bantam Books, 

divisão do Bantam Doubleday Deli Publishing Group, Inc.