sábado, 12 de maio de 2012

Não aceito o normal ser sacanagem

Que seria  de mim sem a música


Há um menino, há um muleque 
Morando sempre no meu coração 
Toda vez que o adulto balança 
Ele vem pra me dar a mão 

E me fala de coisas bonitas que eu acredito 
Que não deixarão de existir.
Amizade, palavra, respeito, carater, bondade, alegria e amor 
Pois não posso, não devo, não quero viver 
Como toda essa gente insiste em viver 
E não posso aceitar sossegado qualquer sacanagem 
Ser coisa normal 


Bola de meia, bola de gude 
O solidario não quer solidão 
Toda vez que a tristeza me alcança 
O menino me dá a mão 

http://www.letras.com.br/14-bis/bola-de-meia-bola-de-gude

O óbvio se torna mágico nas mãos de quem quer manipular da mesma maneira o Mágico vira obvio nas maos de quem quer ensinar. hazinstibano

domingo, 6 de maio de 2012

Eu ia gritar e então descobri que tenho a Música



Não me deixe só
Eu tenho medo do escuro
Eu tenho medo do inseguro
Dos fantasmas da minha voz 

Não me deixe só
Tenho desejos maiores
Eu quero beijos intermináveis
Até que os olhos mudem de cor

Não me deixe só
Eu tenho medo
Dos fantasmas da minha voz
Não me deixe só
Que o meu destino é raro
Eu não preciso que seja caro
Quero gosto sincero do amor

Fique mais, que eu gostei de ter você
Não vou mais querer ninguém
Agora que sei quem me faz bem
Não me deixe só
Que eu saio na capoeira
Não Sou perigoso, nem macumbeiro
Eu sou de paz, eu sou de bem mais
O Bem que eu faço é o Bem que  me faz

Não me deixe só
Pois a solidão  só me trouxe o que sou
Não me deixe  só  porque depois  de voce só eu não sou  nada





http://www.youtube.com/watch?v=bSe5ArBd5foSom e Alma
http://www.youtube.com/watch?v=bSe5ArBd5fo
O óbvio se torna mágico nas mãos de quem quer manipular da mesma maneira o Mágico vira obvio nas maos de quem quer ensinar.hazinstibano

sábado, 5 de maio de 2012

o que se perde

Depois de  exposto o sentimento que sufocava o compreender.

Descobre-se que  uma nova tormenta  que se faz.

O passado ensina o presente prepara

O futuro é tão somente a soma dos dois aprendizados.


Agora  é viver  o aprender  do sentir

CONTROLE




Manter-se  acordado é saber  o momento do começar de novo
ou o momento de agradecer  pelo que temos.


Não se acostume com o que não o faz feliz, revolte-se quando julgar necessário.
Alague seu coração de esperanças, mas não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-a.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!




Fernando Pessoa

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Reconstruir




E então vem o despertar...

 Trazendo uma  evolução de sentimentos contínuos invade o vazio  deixado por tanto suportar.
De repente  o silêncio traz  a resposta  de todas as perguntas.

Começa a jornada do aprender a sentir.
Controlar e entender o beneficio do não.

O ser agora encontra um novo aprender  no conter-se
O descobrir  de uma a jornada que sempre pode ser vivida.


Agora o querer é  aprender a não ter.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Ter ou não ser

Ter, por querer, sem merecer,  não  é ter, é possuir.
Ter, sem merecer, é crescer  sem amadurecer
Merecer para Ter, instruir e aprender.

 Merecer ,Ter e Manter
 Lutar, merecer Manter
 Instruir e Aprender
 É possuir por merecer mais que se ter por querer.
Ter que Se,r  para Poder Apreciar  o melhor do viver com.

O amor merece o que tem  pelo amadurecer que cada um carrega dentro de si.
Lutamos  em defesa de nossas verdades, nosso mundo não será entregue por uns trocados, por carinhos mecânicos, de agrados trocados.

 Honro as minhas verdades.
 Aprendo,ainda mais  quando posso ensinar o que aprendi.

Aprendo, que verdades se desfazem quando percebo que Mentiras, são  Mentiras de Verdade.
De,Verdade não existe nenhuma mentira.
Sinto que toda Mentira Tem um Fundo de Verdade.

Que  possamos viver em melhor harmonia.
Que sejamos  os amores uns do outros no  valor do que nos une.
Que sejamos  os defensores uns dos outros como uma grande familia.

E assim todos os quereres e merecer ses, serão  um só .

O óbvio se torna mágico nas mãos de quem quer manipular da mesma maneira o Mágico vira obvio nas maos de quem quer ensinar. hazinstibano

Quem controla o querer.

No universo dos sentimentos  habita um dos mais poderosos manipulantes do individuo.

O Querer.

O querer é  um estimulante natural para qualquer exercício ou tarefa.
Com o querer um poder maior se faz.
Quando um não quer ,dois não brigam.

Querer é o quase proibido e também  uma das palavras mais repetidas  entre aqueles que iniciam  a vida da comunicação.
(porque  voce quer pegar o cobertor da irmazinha zezinho? - eu  télo, responde   zezinho, eu téeelo, buaaaa!!!).

Querer é a arma manipulante de nossa evolução quando o querer atende apenas  o desejo do satisfazer.

Querer por querer,  para saciar
É se perder é se encobrir, se  esconder.

Querer para aprender o porque
Pode ser  o morrer pra entender a morte

Querer e não ter  para vencer o querer
É ir além do aprender
É suportar e superar o querer por querer

Quando se aprende o poder do querer
Só um querer  tão poderoso pode vencer
Tal poder do suportar.

Não querer suportar  um Querer
Só é possível  se este querer viver com muito aprender.
Aprender maior que o  controle do querer  é por prazer  o desejo alimentado deste viver.


Qual maior prazer então recebemos quando o querer vem companhado do delicioso tempero do
Merecer.

Sem merecer o querer é fera indomável e sem aprendizado.








O óbvio se torna mágico nas mãos de quem quer manipular da mesma maneira o Mágico vira obvio nas maos de quem quer ensinar. hazinstibano

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

TER OU NÃO SER


Um grande mestre disse uma dia que a A ausência de alguma coisa cria o que nunca existiu.
A luz existe e a escuridão é a ausência da luz.

No escuro aprendemos a observar outras formas de sobreviver sem a luz, todo caminho é percorrido com todos os sentidos em alta atenção, extremamente aguçados.

A luz nos traz a capacidade de refletir antes de agirmos com maior espaço de tempo.
A escuridão nos pede total atenção e não nos permite erros graves.

Para alguns é preciso falar DEUS, nessa necessidade há de materializar-se o reverso da verdade.

A necessidade de nomear a luz criou a escuridão.




É preciso aprendermos a sentir esta luz.
Observando a ausência dela saberemos da necessidade de aguçarmos os sentidos preparados na luz, registrar em si os caminhos que ja vira antes  iluminado.



























O óbvio se torna mágico nas mãos de quem quer manipular da mesma maneira o Mágico vira obvio nas maos de quem quer ensinar. hazinstibano


Considerações 
Não é preciso apelar para  600,00 por mês em suplementos 200,00  em academia.


Apele para seu intelecto assuma o controle  sobre seu corpo voce é capaz de  mudar  o mundo la fora  e é responsável por  ajustar o seu corpo.
É sua a vontade e o bem estar .








O óbvio se torna mágico nas mãos de quem quer manipular da mesma maneira o Mágico vira obvio nas maos de quem quer ensinar. hazinstibano

sábado, 4 de fevereiro de 2012

O BEM E O MAL


KABALA o conhecimento


Definição da Origem do Mal  


O mal foi criado para o  exilio daqueles que escolhem o caminho da ignorancia do conhecimento sobre si mesmo.
 Não foi criado em prol de si mesmo, mas apenas como um instrumento de livre arbítrio.

 É tolerado até o ponto em que serve a este propósito.

Para permitir a existência de seres que não seriam absorvidos e anulados na Fonte, Deus escolheu ocultar e retirar Sua luz para criar, por assim dizer, um "vácuo" onde os seres criados sentiriam sua existência independente.
 Isso, de maneira bastante simplificada, é o conceito fundamental de tzimtzum (a ocultação e contração da luz Divina primordial, que é a pedra fundamental da Cabalá Luriânica).

 O conceito de tzimtzum demonstra como uma criação monística pode levar a um dualismo aparente.

A ausência de luz, obviamente, abre uma possibilidade para a escuridão – ou mal.

Nossa tarefa é descobrir o esconderijo de Deus, por trás de um véu de escuridão.


A ausência de luz, obviamente, abre uma possibilidade para a escuridão–ou mal.

Nossa tarefa é descobrir o esconderijo de Deus, por trás de um véu de escuridão(?).

O mestre chassídico Rabi DovBer de Mezeritch certa vez encontrou seu filho pequeno chorando enquanto brincava de esconde-esconde. 

Ele tinha se escondido, mas nenhuma das crianças o estava procurando. 
Rabi DovBer começou a chorar também, e explicou ao filho que nosso Pai Celestial também está Se escondendo de Seus filhos, como está escrito: "Tu és um Deus que Se esconde" (Yeshayáhu 45:15), para que eles possam procurá-Lo – mas ninguém procura!(porque Deus  escondenderia seus ensinamentos?).

  O mal, por definição, é aquilo que oculta a verdadeira fonte da existência, o Criador.

 O próprio termo para mal na Cabalá, kelipá, significa "concha" ou "casca". 
É algo que não tem valor independente, exceto servir como uma cobertura para a fruta. 

O mal foi criado para nos proporcionar a liberdade de escolha, que somente é possível onde há uma alternativa disponível para o bem.
 
Se não houvesse a concha externa ocultando a verdade, seríamos obrigados a obedecer à vontade Divina. Se nos fosse negado o livre arbítrio, também nos seria negada a recompensa
De modo contrário, sem livre arbítrio não existe o mal. 


Um animal matando sua presa para se alimentar não pode ser acusado de cometer uma maldade, porque ele não tem escolha a esse respeito. Ele foi criado por Deus com um instinto predatório e sem vontade própria. Da mesma forma, os anjos não podem ser considerados bons, porque foram criados para assim proceder. Somente os seres humanos possuem o livre arbítrio, e podem elevar-se acima dos anjos ou cair abaixo dos animais, dependendo das opções que fizerem.Contendo a sabedoria do monoteísmo absoluto, "Ouve, ó Israel, o Eterno é nosso D’us, o Eterno é Um", a mezuzá é o raio de luz brilhante que cega as forças do mal, negando-lhes o direito de entrada e as dispersando.Assim, vemos que sem o mal não há o livre arbítrio, e sem o livre arbítrio não há bem ou mal. O mal proporciona a prática do bem, no mesmo sentido em que um raio de luz pode ser visto somente num céu nublado.